Resenha do Grito (3º dia)

Praça das Fontes – Parque da Cidade (foto por Nicolas Gomes)

Texto por Eduardo Oliveira
Fotos por Nicolas Gomes e Samuel Paz

O terceiro dia do Grito Rock começou mais cedo, às 17h15. Os jovens integrantes da banda Scalene abriram os trabalhos, fazendo um show bem animado e agradando seu fã-clube, formado por pessoas ainda mais novas. A partir daí começou a sopa de letrinhas. A banda A170 veio de Uberlândia e conseguiu manter a audiência atenta às suas músicas. Mas foi na banda seguinte, o SPS12, que o público começou a se fazer mais presente. A banda veio de Macapá representando o Coletivo Palafita e fez um show marcante, com a melhor presença de palco da noite.

Terceiro dia de Grito Rock (fotos por Nicolas Gomes)

No show do DFC a coisa ficou animada de vez. Da primeira à última música, o público cantava e abria rodinhas punk. Quem estava perto do palco pode presenciar uma cena memorável: cerca de 20 ciclistas fizeram uma roda punk sobre rodas. O vocalista Túlio aproveitou para pedir mais respeito aos ciclistas e a construção de ciclovias. Também não faltaram no show “homenagens” a nossos governantes envolvidos no mensalão do GDF. A música Caguete foi convenientemente dedicada ao pivô do escândalo, Durval Barbosa. Em seguida, os cuiabanos da banda N3CR foram responsáveis por fazer o elo entre as duas atrações principais da noite, tocando seu punk pop com letras engraçadinhas.

DFC (foto por Samuel Paz)

Três anos depois de seu último show na capital, o Dance of Days subiu ao palco com um repertório repleto de hits antigos, incluindo músicas do primeiro disco, Six First Hits, cantado em inglês.  A banda estava em plena sintonia com seus fãs, que cantaram a plenos pulmões músicas como Se as paredes falassem, Mais um café gelado por favor, Correção e Balada do Corcel verde. O grande momento do show foi quando o vocalista Nenê Altro desceu do palco e cantou a música Prego, cruzes e um saco de moedas junto ao público, bem no meio de uma roda punk. A essa altura já estava comprovado que o Dance of Days foi a escolha certa para fechar um festival em que o público foi uma atração à parte. As milhares de pessoas que acompanharam o Grito Rock deixaram a sensação de que o rock em Brasília ainda está vivo, pulsa e se renova a cada dia.

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Sobre Coletivo Esquina
O Coletivo Esquina surgiu voltado para atender o cenário musical indepentente de Brasília e também responder por um dos pontos da cidade vinculados ao Circuito Fora do Eixo.

4 Responses to Resenha do Grito (3º dia)

  1. André N3CR says:

    valew esquina o grito foi animal demais N3CR louco pra voltar pra brasilia rs..

  2. Mariana Reis says:

    FOOOOODA!!!!

  3. Fabio says:

    FODAAA!!!
    O esquina e todos os coletivos envolvidos estão de parabéns pelo trabalho mostrado, estão ai pra somar e quem se incomodar que se apresente logo, pq os caras vão fazer muito barulho pela cidade!!!

    Salve

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