Coletivo Insônia apresenta: Nóis in the Sunday

Cai num domingo (9) o próximo show promovido pelo Coletivo Insônia, de Samambaia. Formado por integrantes das bandas Los Quebraditos, Biônicos e Firmino, o segundo evento do mais novo coletivo ativo de Brasília traz as bandas Enema Noise – do Coletivo Esquina, Valdez – do Coletivo Cultcha) e Desdobradores do Tempo no Horizonte Vertical – do Gama, que também estão articulando um coletivo.

Os shows serão no Bar da Toinha / Rock n’ roll Bar (Samambaia Norte – Quadra 208,  atrás do Supermercado Caíque) à partir das 16h. O evento também está arrecadando alimentos para as vítimas do Rio. Quem ajudar, concorre a brindes.

É o primeiro show de 2010 do Enema Noise, que aproveita o evento pra divulgar músicas do novo trabalho da banda, a ser lançado ainda em maio. Quem também tá na programação e lança disco de estréia é o Valdez, que planeja ser divulgado ainda em breve.

Mais informações sobre o evento

http://www.coletivoinsonia.blogspot.com
9280-0966 / 9279-2435
coletivoinsonia@gmail.com

Mais informações sobre as atrações

www.myspace.com/enemanoise
www.myspace.com/valdezrock
www.myspace.com/desdobradores

Coletivo Esquina promove ajuda solidária ao Rio de Janeiro

layout da campanha idealizada pelo Coletivo Esquina

Os noticiários relatam que a Região Metropolitana do Rio (da qual fazem parte Niterói e São Gonçalo)  ficou  um caos e os reflexos das chuvas dos últimos dias já atingem outras regiões do Estado. Em qualquer lugar do mundo, artistas, produtores e o sistema produtivo do rock sempre toma a dianteira numa situação como esta.

O Coletivo Esquina atendeu a esse chamado na elaboração de uma campanha solidária na reconstrução de suas vidas. Com a ajuda dos parceiros, a KGB Produções por exemplo, se tornou  ponto fixo de arrecadação e as doações serão encaminhadas ao Coletivo Ponte Plural, integrante do circuito Fora do Eixo.

Outros pontos ainda serão divulgados aqui no blog para maior facilidade na entrega de donativos. O Cultcha e Insônia também estão empenhados na Campanha Pró-Rio.Uma das formas encontradas pelo Esquina, foi a confecção de camisetas. Nesta missão, Gustavo Hildebrand(da banda brasiliense ADI),  deu uma ajuda na produção, confira nos links abaixo:

Tivemos a grata supresa de que o Coletivo Insônia arrecadará donativos durante a semana e também na casa de shows de seus eventos, o Rock n´Roll Bar. Inclusive, a gurizada da Samambaia conseguiu alguns brindes para sortear no dia, com datas ainda a serem definidas. Para maiores informações:
www.coletivoinsonia.blogspot.com

Botar o som na caixa e ajudar ao próximo! Esse é uma das bandeiras levantadas pelo Coletivo Esquina & Parceiros. Acaso tiver doações ou adquirir nossas camisetas procure um de nossos pontos ou envie-nos um email para o seguinte endereço: coletivoesquina@gmail.com

A KGB Produções fica na 115N  Bloco A Subsolo 35, e já está recebendo doações.

DOE, DIVULGUE, AJUDE!

Faça parte você também deste projeto!

Coletivos Esquina e Cultcha juntos no aniversário de Brasília

Brown-Há (do Coletivo Esquina) na festa de 50 anos de Brasília

Por: Marcus Vinicius Leite

Com o desenrolar da Operação Caixa de Pandora, o Distrito Federal ficou sem aquela pomposidade proposta pelo ex- governador Jose Roberto Arruda para os festejos de Brasilia. Todo o ano, o vinte um de abril traz em torno de 18 mil turistas turistas de todo o país. A Polícia Militar, por exemplo, estimou que 1,2 milhão de pessoas participaram das atividades. Ao mesmo tempo, o projeto cultural Brasília Outros 50 anos reuniu durante quatro dias artistas locais de várias áreas da cultura. Segundo a organização foram cerca 1,5 mil artistas que se apresentaram no Complexo Cultural FUNARTE.

Artistas locais foram os mais cotados para subirem ao palco e mostrar o que a cidade tem de melhor em termos musicais. O Coletivo Esquina esteve presente e conversou com Brown-HÁ, Eletrodomestics e Valdez.

Para Ricardo Jatobá, baterista do Brown-Há “esse evento traz de volta toda aquela turma que estava sem tocar e mostrar seus respectivos sons e assim, dizer que Brasilia ainda tem jeito apesar das adversidades políticas” afirmou.  Já as meninas do projeto Incubadora do Coletivo Esquina, Eletrodomestics disseram que “é uma honra tocar na capital, pena que tivemos problemas técnicos que dificultaram nossa performance, mas de resto foi muito bom!” afirmou Kameni Kuhn. O tal indie- rock  à la Butthole Surfers, Black Flag e Mudhoney proposto pelo Valdez iniciou- se nas palavras de seu guitarrista, Diego Mendes: “Eu quero que as pessoas bebam muito e se alegrem ao som de nossas canções!”

As três bandas, integrantes dos Coletivos Esquina e Cultcha homenagearam cada uma de sua maneira, a aniversariante cinquentona. E como diz o banner do proprio evento: Agora são outros 50.

Para maiores informações:
www.myspace.com/browha
http://www.myspace.com/electrodomesticks
http://www.myspace.com/valdezrock

Brown-Há é destaque no Festival Fora do Eixo do Rio

De 12 a 14 de maio, o Rio de Janeiro vai receber a 1ª edição do Festival Fora do Eixo (http://festival.foradoeixo.org.br), uma das maiores ações de circulação de artistas independentes no país. O evento vai ocupar os palcos do Cinemathèque Música Contemporânea (12 de maio, 4ª f), Teatro Odisseia (13 de maio, 5af) e Circo Voador (14 de maio, 6ªf).

A edição 2010 do Festival Fora do Eixo teve início no dia 6 de abril em São Paulo. Desde então, o evento já percorreu dezenas de cidades do estado, e de  Minas Gerais. Após a edição no Rio, o Festival segue depois para Nova Friburgo (15 de maio), na região serrana do Estado.

Na temporada carioca, o Festival Fora do Eixo vai reunir as principais bandas do Circuito Fora do Eixo, além de artistas de destaque da cena local. No dia 12 de maio, no Cinemathèque, em Botafogo, se apresentam as bandas Os Outros (RJ), o rock energético da Brown-Há (DF), além do show de lançamento da Les Pops (RJ), formada pelos compositores Daniel Lopes, Rodrigo Bittencourt e Thiago Antunes, que vão colocar todo mundo para dançar.

No dia 13 de maio, o Teatro Odisseia, na Lapa, recebe cinco bandas, das quais duas foram selecionadas pela MTV para participar do concurso “Novos Nomes Brasileiros” na categoria rock: a niteroiense Tereza (RJ), que apresenta o show do seu primeiro EP, “El Topo”, e a paranaense Nevilton (PR), em sua primeira passagem pelo Rio.

Também no palco do Odisseia marcam presença a carioca Brasov (RJ), com o show performático e espírito retrô que a consagrou nos palcos cariocas e Porcas Borboletas (MG), de Uberlândia, lançando seu segundo CD, “A Passeio”, com um show marcado por poesia instantânea, intervenções caprichadas de cordas e dissonâncias inquietantes. A carioca Do Amor (RJ), formada por Ricardo Dias Gomes e Marcelo Callado (da banda Cê, de Caetano Veloso), Gustavo Benjão e Gabriel Bubu (ex-Los Hermanos), encerra a segunda noite do Festival antecipando o repertório de seu novo CD.

Encerrando o Festival Fora do Eixo, o Circo Voador recebe a niteroiense Stereologica (RJ), que apresenta seu som repleto de guitarras distorcidas, programações eletrônicas e vocais. De Natal, a Camarones Orquestra Guitarrística (RN) vai colocar todo mundo para dançar com muito rock, reggae e ska. O público também vai conhecer a onda psicodélica da Mini Box Lunar (AP), banda vinda direto de Macapá, que traz uma sonoridade folk rock marcada por suaves vocais femininos. A carioca Canastra (RJ) vai mostrar seus acordes apimentados, em tramas inusitadas que se desenrolam imersas em melodias irresistíveis. Os shows mais pesados da noite ficam por conta do trio instrumental Macaco Bong (MT), de Cuiabá, que em 2009 teve seu CD “Artista Igual a Pedreiro” eleito como o melhor álbum do ano pela primeira edição do ano da Rolling Stone brasileira; e da goiana Black Drawing Chalks (GO), que em 2009 foi vencedora com a música “My Favorite Way” do Video Music Brasil na categoria Videoclipe do Ano.

Além dos shows, o evento também contará com o DJ Hey Hey (Fiend Club e Exorcize), que se apresenta dia 12 (4af) no Cinemathèque, do DJ Uno (Grito Rock), que toca no dia 13 (5af) no Odisséia. No dia 14, o Circo recebe as picapes do DJ Mario Moptop e a Discotecagem Radiofônica Independência ou Marte. Haverá também exibição de vídeos do VJ Rafa Rolim, exposição de Poster Arte com o Coletivo Briza Arte, Eduardo Denne e Rafo Castro, além de uma feira cultural com sorteio de tatuagens, CDs, camisetas, buttons, DVDs, revistas, roupas e acessórios.

Marteladas em Brasília

“A arte não é um espelho para refletir o mundo, mas um martelo para forjá-lo” Vladimir Maiakóvski.

Durante os dias 20, 21 e 22 de Maio, o Coletivo Esquina e a banda Velhos & Usados realizarão o festival Martelada no Gates Pub.

O evento conta com atrações brasilienses – como Trampa, Gilbertos Come Bacon e Korina – e destaques interestaduais do cenário independente – como Burro Morto (PB), Nevilton (PR) e Gandharva (PE).

Burro Morto (PB), uma das atrações do festival Martelada

Enema Noise e Brown-Há – as duas bandas do Coletivo Esquina que não participaram do Grito Rock (nosso último festival) – também estão entre a programação.

Quinta 20/05
23h00 Korina (DF)
23h50 Burro Morto (PB)
00h40 Gilbertos Come Bacon (DF)
01h10 Nublado (PB)

Sexta 21/05
23h00 Velhos e Usados (DF)
23h50 Dom Capaz (MG)
00h40 Trampa (DF)
01h10 Rinoceronte (RS)

Sábado 22/05
23h00 Enema Noise (DF)
23h50 Gandharva (PE)
00h40 Brown-HÁ (DF)
01h10 Nevilton (PR)

Cena local é destaque em projeto audiovisual do Móveis

Com o objetivo de mostrar as cidades por onde passam, a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju lançou o projeto “Agora ou Pra Viagem”. Nas  gravações em  video feitos pelos proprios integrantes, os arquivos mostram a percepção da banda à respeito das cidades visitadas  desde quando começaram os registros audiovisuais em 2005. O Coletivo Esquina e o Brown -Há participaram dessa empreitada junto com outros artistas da cidade em comemoração aos 50 anos de Brasília.

Confira:

A Reconfiguração Eminente

Por: Anderson Foca

Tours constantes, produtores e novos modelos podem reconfigurar a música brasileira em pouco tempo.

A cena é comum fora do Brasil. Banda organiza o trabalho artístico por uns seis meses, nesse mesmo período grava e começa a agendar tour para mostrar o trabalho ao vivo para o máximo de pessoas e lugares que conseguir. Vai gerando clipping, aumentando seguidores em sua rede social, disponibilizando mais conteúdo e continuando a tocar.

A primeira ida nas cidades é quase sempre para não mais que 50 pessoas em dias de semana e locais sem muita estrutura. As idas se repetem e o interesse do público vai aumentando. A mídia começa a prestar atenção, a banda começa a ser chamada para festivais de médio porte e quando menos se espera aparece por aí mais um Artic Monkeys, que toma a cena de assalto e a maioria das pessoas “comuns” não sabem explicar de onde os caras vieram e com fizeram um sucesso tão estrondoso e tão “rápido”.

Sempre foi um problema para a cena independente brasileira a falta de uma estrutura de pequeno e médio e porte que suporte esse tipo de trabalho por aqui. Parece que essa lógica “on the road” finalmente começa a acontecer com mais constância graças ao trabalho de gente abnegada e interessada em criar juntos um espaço sólido para os novos rumos da música nacional. São bandas, coletivos, produtores, pontos de cultura, festivais, pequenos pubs, blogs, fotógrafos, jornalistas, entre outros agentes integrados por um bem comum que é de fazer circular e dar possibilidades para o novo.

O fenômeno não é novo, mas agora parece ser um caminho sem volta, ainda bem. Usando como dados as ações do Fora do Eixo, hoje uma das principais plataformas dessa nova lógica de circulação, os números impressionam. Em apenas três meses desse começo de ano e sem contar as ações de festiviais como o  Grito Rock, também organizado pelo circuito, mais de 80 shows foram realizados no Brasil com esse viés de tour, de tocar todo dia, de explorar lugares pouco visitados, interiorizando rotas e abrindo novas frentes de trabalho e produção. Bandas como Caldo de Piaba (AC), Camarones Orquestra Guitarrística (RN), Calistoga (RN), Burro Morto (PB), Cabruêra (PB), Minibox Lunar (AP), Nevilton (PR), Porcas Borboletas (MG), Macaco Bong (MT), Superguidis (RS), Black Drawing Chalks (GO), entre outras, devem chegar ao final do ano com média de 70 a 100 datas anuais, um número surreal para os padrões nacionais e para a cena independente como um todo.

Alguns podem perguntar: e essas rotas são viáveis? Dá para viver da banda ficando na estrada o tempo todo? A resposta é clara. Se o seu dia-a-dia for a banda dá sim. Claro, não há luxo, não a glamour “estilo Van Halen”, mas há um senso de honestidade e de respeito que gera trabalho e dinheiro. Ninguém chama banda para grandes eventos se ela não tiver currículo e emitir um sinal de que está “na pista” e quer circular. Nenhum curador de edital lembra de  um  grupo sem ele ter ajudado tocando e se divulgando e é dessa forma que as bandas crescem, mudam de patamar e passam e ser viáveis.

É importante perceber também que não são só as bandas que se consolidam com um dia-a-dia sólido. Hoje muito produtores e espaços pequenos estão arrumando financiamento, se estruturando e melhorando as condições de circulação. Quando as ações crescem o mercado acompanha e é essa soma de forças que vai dando solidez para a atividade de música no Brasil.

Claro. Os modelos são vários, os formatos são dinâmicos, mas muito me alegra que finalmente estejamos dentro de um circuito que integra uma centena de festivais, duas centenas de espaços e gente em todas as regiões dispostas a fazer a coisa funcionar. O futuro é agora, vamos aproveitar!

PS: Publicado originalmente em http://www.nagulha.com.br

Megafônica entrevista Brown-Há

O Coletivo Megafônica, de Belém (PA) publicou entrevista com a banda Brown-Há nesta quinta-feira (23).

Confira aqui!

E lembrando que o Brown-Há tocou no Grito Rock Belém no comecinho desse ano e pretende voltar a região norte na virada do semestre de 2010.

Brown-Há no Grito Rock Belém 2010

Além disso,  a banda já tá com a agenda cheia pra esses primeiros meses, incluindo festivais como o Bananada (Goiânia) e o Festival Fora do Eixo (Rio de Janeiro).

12/05 – Festival Fora do Eixo (RJ) – Rio de Janeiro/RJ
19/05 – Festival Bananada – Goiânia/GO
22/05 – Festival Martelada (Gate’s Pub) – Brasília/DF
03/06 – Casa Fora do Eixo – Montes Claros/MG
04/06 – Espaço Cultural GOMA – Uberlândia/MG
05/06 – Uberaba/MG
11/06 – Quintal do Lima – Recife/PE
12/06 – Centro Cultural DoSol – Natal/RN
12/06 – Espaço Mundo (Centro Histórico) – João Pessoa/PB

Cassino em Taguatinga (24)

O Cassino Supernova, banda do Coletivo Esquina, tocará amanhã (24) no bar Água de Beber (QS 3, Pistão Sul de Taguatinga), em Taguatinga.

Além deles, também estão os parceiros do Tiro Williams e as bandas
Frio em Varsóvia e The Skintz.

A entrada é 5 reais até 23h e 8 reais após. O evento começa as 22h.

Cassino Supernova no Jornal Nacional

A banda Cassino Supernova, do Coletivo Esquina, apareceu no Jornal Nacional nesta quarta-feira (22). Confira aqui!

%d blogueiros gostam disto: