Festival Martelada: O Rock n’ Roll invadiu o Gate´s Pub

Texto por Marcus Vinicius Leite
Fotos por Igor Kawka

A noite do 2º dia do Festival Martelada pode ser definida com uma só frase:  O rock n ´roll invadiu o Gate´s Pub.

Trampa (DF)

Pedro Baptista, Trampa (DF)

Os brasilienses do Trampa, nos brindaram com a raiva no peso de seu lançamento Te Presenteio com a Fúria. E conseguiram o que muitos tentaram mais sem muito êxito:  colocar a casa no chão! O salto foi dado em uma das últimas canções do grupo onde André Noblat pediu gentilmente para que todos se abaixassem e então, na contagem de três, todos pulariam uniformentente. Dito e Feito.  Saindo do Gate´s, a próxima parada da banda foi a seletiva do Porão do Rock no Rio de Janeiro junto com Autoramas e Raimundos. A Apresentação da gurizada do Trampa, deu o tom da noite. Com estilos parcialmente diferentes, o rock foi a témática da noite.

Trampa (DF)

Trampa (DF)

Para ouvir: http://www.myspace.com/bandatrampa

Em seguida, os mineiros do Dom Capaz fizeram uma coisa mais light. Com um certa ginga brasileira no som, o quarteto deu um ar intimista na noite do Martelada. As letras refletem o amor de um pequeno jovem que apenas precisa ser ouvido, retratadas no EP “Meio tanto de Atenção”.

Dos experimentalismos sonoros de Lucas Paiva, o Dom Capaz veio de Uberlândia (MG), com a ousada proposta de mesclar o rock ao samba e às mais variadas expressões da Música Popular Brasileira. O quarteto composto por Bruno Vieira (guitarra), João Vítor Guerra (bateria), Lucas Paiva (voz e guitarra) e Felipe Tavares (baixo)

Para ouvir: http://www.myspace.com/domcapaz

A banda parceira na realização do Martelada,  Velhos e Usados mostrou o mais novo projeto: de lançar um single por mês e até o fim do ano estar com um album completo aos ouvidos brasilienses. “Foi uma boa sacada de juntar o que o Coletivo Esquina fazia e o Velhos já queria fazer. Acabou se tornando uma boa parceria” disse Diego Marx, vocalista.

Para ouvir: www.velhoseusados.com

Dom Capaz (MG)

Dom Capaz (MG)

Velhos e Usados (DF)

Velhos e Usados (DF)

Os gaúchos do Rinoceronte subiram no palco sem dar muita atenção as pessoas que viram três caras “normais com seu power trio clássico”. É, as aparencias enganam: trata-se de uma das boas promessas da cena independente.  Dona de uma sonoridade que remete tanto ao hard rock setentista quanto ao stoner rock contemporâneo, a banda tem despertado atenção com shows arrasadores e letras que passam ao largo dos clichês do famigerado “rock gaúcho”. Nada de cortes de cabelo ao estilo mod, nem canções evocando uma rebeldia sem causa: ao invés disso, a crueza e a força elementar do rock n’roll em seu estado quase bruto, a um só tempo puro e pesado. Valeu a pena esperar o fim desse 2º dia.

Rinoceronte (RS)

Rinoceronte (RS)

Rinoceronte (RS)

Rinoceronte (RS)

Para ouvir: http://www.myspace.com/rinoceronterock

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Sobre Coletivo Esquina
O Coletivo Esquina surgiu voltado para atender o cenário musical indepentente de Brasília e também responder por um dos pontos da cidade vinculados ao Circuito Fora do Eixo.

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