Conheça a Banda – Electro Domesticks

O Coletivo Esquina inaugura em seu blog o quadro Conheça a Banda. Toda semana um novo grupo ou artista será entrevistado e usará este espaço para divulgar o seu trabalho. Quem estréia o quadro, seguindo aquela tradicional cordialidade (primeiro as damas, rapaz!), são as meninas da Electro Domesticks.

Banda Electro Domesticks. Foto por: Pedro Marra

Formada em 2009, a banda mistura rock com música eletrônica e começa a se destacar nos palcos brasilienses e no Circuito Fora do Eixo. Integrantes do Coletivo Esquina, as meninas vêem mostrar com personalidade e boa música que Rock’n roll é sim coisa de mulher. “Jamais aceitaremos que nos tratem com essa diferença absurda, e vocês, que têm bandas de meninas, não aceitem. Coloquem para fora o melhor de vocês na música que fazem”, elas mandam o recado. Vale a pena ler o que essas talentosas moças têm a dizer.

A Electro Domesticks foi formada em 2009. Como teve início a banda e quais são as principais influências?

 A banda surgiu de uma conversa de bar entre amigos, uma brincadeira, com o principal objetivo de divertir e entreter. A banda tem como principal influência o Rock e Electro Rock Internacionais, como The gossip, Ting Tings, Metric, The Subways, Peaches, The Sounds. Mas sem deixar de lado as influencias nacionais também, como CSS e Copacabana Club.

 Kameni, Jana, Bilú e Juba. Quatro meninas compartilhando as experiências de se ter uma banda. Como vocês se conheceram e qual a importância da música em suas vidas?

Eu (Kameni) já conhecia a Jana. Formamos a banda e com menos de dois meses a primeira guitarrista resolveu sair. Tínhamos um show marcado – nosso primeiro show – em duas semanas, então eu comecei a procurar no orkut alguma menina que tocasse. A cada dia que passava se tornava mais difícil, então eu descobri uma garota que tocava em uma banda só de meninas, mas ela já havia vendido as coisas dela e me indicou a Bilú. Mandei um recado por meio do orkut e passei três covers para ela ensaiar. Quando ela entrou no estúdio (nosso primeiro encontro) parece que a energia já começava a se conectar, e quando ela começou a tocar eu me perguntava em pensamento, “onde é que ela estava escondida”?

Com o passar do tempo, a nossa primeira baterista saiu da banda, e mais uma vez, um show fechado em duas semanas e precisávamos encontrar alguém urgentemente. Fiquei sabendo da Juba, e sinceramente, nunca achei que ela fosse topar. Mandei um recado para ela, marcamos um ensaio, e assim como a Bilú, foi uma peça do nosso quebra-cabeça “ED” que estava faltando. “Onde ela estava”? E desde aquele dia entendemos que tem coisas que levam tempo para se encontrar, mas quando isso acontece, é uma mágica inexplicável. É lindo.

Para nós a música é uma injeção de animo, algo que nos impulsiona para frente, não importa o BPM em que é tocada. É uma inspiração que brota de dentro, e com o tempo, ela saí e contamina o resto do mundo da melhor forma possível. É muito amor, um amor de quarteto movido por notas e acordes.

Banda Electro Domesticks. Foto por: Pedro Marra

A banda é formada apenas por meninas. Como vocês vêem hoje a inserção das mulheres no cenário rock’n roll brasiliense e nacional?

Vemos muita discriminação e uma certa dificuldade, não só de se inserir, mas de tocarmos e as pessoas falarem e absorverem, ou não, o nosso som. Às vezes nos sentimos como uma atração estética e não musical, mas já estamos superando, e hoje já sabemos os lugares que nos julgam assim. Nosso comportamento e senso crítico mudaram quando percebemos que às vezes não era a nossa música que estava sendo observada. Por isso, o esforço é dobrado para conseguirmos atingir nossos objetivos. Jamais aceitaremos que nos tratem com essa diferença absurda, e vocês, que têm banda de meninas, não aceitem. Coloquem para fora o melhor de vocês na música que fazem. Acreditamos que se as meninas se unirem mais, e colocarem o talento musical nos palcos do mundo, esse preconceito começará a ser superado. Por isso, vamos lá garotas, formem bandas, pois o cenário brasiliense e nacional carece.

A Electro Domesticks faz parte do Coletivo Esquina e está começando agora a circular pelo Circuito Fora do Eixo. Como é a atuação de vocês no coletivo e qual a importância desse circuito para a banda?

Sim, a banda Eletro Domesticks é uma banda do Coletivo Esquina desde abril. A Kameni trabalha na distribuição, comunicação e ajuda no transporte das bandas circulantes. A Jana faz parte da sustetabilidade, a Bilú da distribuição e sonorização e a Juba da sonorização. Cada uma atua em uma área, mas isso não implica em ajudar em outra área se for solicitado.

O circuito é importante para banda Electro Domesticks no sentido de disseminar a nossa música em âmbito nacional de uma forma muito mais rápida do que nós imaginávamos. Antigamente, para as bandas independentes tocarem fora (se tocassem), demorava muito, ou não acontecia. Hoje em dia, o Circuito Fora Do Eixo permite que as bandas circulem, e mais, que aprendam dentro dos trabalhos realizados nas agências espalhadas pelo Brasil, como se auto gerir, pois hoje em dia, se você esperar algum renomado produtor lançar o seu trabalho, você pode morrer sentado, que é algo praticamente impossível.

Para nós, o circuito é uma escola de aprendizado único, e que só entende quem está inserido e começa a circular e trocar experiências com as bandas de todo Brasil. Entramos recentemente e com a nossa primeira viagem, para Cuiabá (cidade onde o CFE começou) em junho, já começamos a entender melhor como funciona o trabalho realizado.

A banda mistura rock’n roll com efeitos eletrônicos. Como é o processo de composição?

Antigamente os efeitos eletrônicos vinham da pedaleira da Jana, mas agora a Kameni comprou um sintetizador e estamos adaptando as músicas com a mistura Rock + Electro Rock. A composição das letras é feita pela Kameni, e quando vamos para estúdio, ela normalmente grava no celular como gostaria que a música fosse, mostra pra gente e todas nós trabalhamos para colocar a nossa personalidade em cada instrumento. No final, o resultado é a música Electro Domesticks.

Banda Electro Domesticks. Foto por: Pedro Marra

Quais os planos da Electro Domesticks em relação ao lançamento de um material? Algum disco ou EP na agulha?

Temos um show em Montes Claros dia 10 de julho e quando voltarmos ficaremos um mês trabalhando nos arranjos das músicas do nosso 1º EP, que deve sair em Outubro. Temos algumas gravações ao vivo em estúdio no nosso myspace, quem quiser conferir é só entrar: www.myspace.com/electrodomesticks .

Deixem uma mensagem para aqueles que estão conhecendo a banda agora.

Galera, quem quiser conhecer a banda nós estamos em quase todas as redes sociais. Fiquem a vontade em nos adicionar. 

Links Electro Domesticks

www.myspace.com/electrodomesticks                          www.twitter.com/Banda_ED                             www.fotolog.com/electrodomestick                   electrodomesticks@gmail.com                                                                                 Orkut: Banda ElectroDomesticks                                                                Comunidade: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=90618675

 E mais uma coisa: GAROTAS, POR FAVOR, SE UNAM E VAMOS DIVIDIR ESSES PALCOS DO MUNDO!!!! Obrigado Coletivo Esquina e obrigado, galera!!!

Beijos no coração, da banda ELECTRO DOMESTICKS

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Prévias Demo Sul seleciona bandas para tocar na 10ª edição do Festival

Pré-evento vai permitir que público decida o que quer assistir no Demo Sul 2010

Em 2010 o Demo Sul completa 10 anos de existência, e, para comemorar, a organização está preparando uma série de novas atividades que vão integrar a programação do festival. Entre estas novidades estão as Prévias Demo Sul. As Prévias vão funcionar assim: a curadoria do Festival vai selecionar, por meio de edital, 25 bandas para participarem dos shows das Prévias Demo Sul, que vão acontecer nos dias 3, 4, 10, 11 e 12 de setembro.

Nestes dias, os shows serão gratuitos, e cada banda selecionada terá 30 minutos para se apresentar. Depois dos shows, o público presente vai votar para decidir quais delas farão parte da programação oficial do Demo Sul 2010. As 5 (cinco) mais votadas irão tocar no festival, que neste ano será realizado entre os dias 15 e 23 de outubro.   A banda que obtiver mais votos entre as cinco, será protagonista de um vídeo clipe a ser produzido pela Kinoarte, dentro de uma oficina de produção de vídeo clipe inclusa na programação do Festival.

A idéia é que bandas novas, que não têm experiência em festivais, tenham uma chance de tocar no Demo Sul, democratizando o line-up do festival e revelando novos nomes da cena independente. Bandas de todo o Brasil e da América do Sul interessadas em participar das Prévias têm até o dia 10 de agosto para se inscrever. Grupos de qualquer gênero musical podem realizar a inscrição, e a única restrição é que desenvolvam um trabalho autoral.

As inscrições deverão ser feitas pela internet. Neste caso, as bandas devem mandar um release, fotos e mais três músicas em mp3 para o e-mail demosul10anos@gmail.com
Para visualizar o edital completo e formulário de inscrição para as Prévias Demo Sul clique no link abaixo.

http://demosul.blogspot.com/

O Festival
O Demo Sul conta com o patrocínio da Petrobras, Ministério da Cultura (MINC) e do Programa Municipal de Incentivo a Cultura (PROMIC). Realizado anualmente em Londrina pela Braço Direito Produções, o Festival se consolida cada vez mais como um evento que não só busca mostrar o que tem sido feito na música independente, mas também que organiza ações visando seu debate e seu fortalecimento.

Nestes 10 anos de existência, o Demo Sul abriu espaço para as mais diversas bandas da cena independente local e nacional  e grupos de reconhecimento internacional. Nomes como Mudhoney, Nação Zumbi, Móveis Coloniais de Acaju, Macaco Bong, Mundo Livre S/A, Porcas Borboletas, Trilöbit, Terra Celta e Júpiter Maçã já figuraram nos palcos do festival.

Banda Trampa fará pré lançamento do clipe “Haiti”

Dia 29/06 o Rock Sem Fronteiras recebe a banda Trampa, que fará o pré lançamento do videoclipe “Haiti”.

Música de Gilberto Gil e Caetano Veloso, foi lançada em 1993 no álbum “Tropicália 2”, para comemorar os 25 anos do movimento Tropicalista.
Em 2008 a banda Trampa lançou a música “Haiti” no seu primeiro álbum “Te Presenteio Com A Fúria” com uma nova roupagem. O Trampa deu uma versão de peso para a música que hoje representa uma nova geração.

O primeiro videoclipe do Trampa foi gravado na rodoviária de Brasília e na Olaria Nacional de São Sebastião. Dirigido por Bruno Fioravanti, gravado com a câmera Canon 5D, o videoclipe conta ainda com uma equipe de atores do movimento SuperNova que faz o roteiro se tornar real a cada cena.

Será a primeira vez que a banda exibirá “Haiti” para o público, em exibição única antes do lançamento Nacional previsto para o final de julho.
Os shows da noite ficam por conta das bandas Velhos e Usados, Banda 14 e Trampa.

Rock Sem Fronteiras – Pré lançamento do clipe “Haiti”
Com as Bandas: Velhos e Usados, 14  e Trampa

Data: 29/06
Hora: 19:00
Local: Sesc Garagem 913 sul
Entrada gratuita, doe um livro!

PARA MAIS INFORMAÇÕES:
www.myspace.com/bandatrampa

www.twitter.com/bandatrampa

(61) 86393975 / (61)78136288 – Larissa Kodama
bandatrampa1@gmail.com

4ª Noite Fora do Eixo – O clima esquentou no inverno de Brasília

Fotos: Cadu Andrade

Texto: Rodrigo Serpa

Flyer de divulgação da 4ª Noite Fora do Eixo

Era noite de sexta-feira no seco inverno da Capital Federal. As opções de lazer para esquentar o frio não eram muitas. A principal: Lenine e Teatro Mágico na Concha Acústica, de graça. Era botar o cachecol no pescoço e partir com o pessoal pra orla do Lago Paranoá, certo? Errado. Pra galera do Coletivo Esquina a última sexta-feira, dia 18 de junho, era dia de Noite Fora do Eixo. Acreditamos que diversidade cultural se relaciona diretamente com variadas opções de diversão e, na posição de agente fomentador, o Coletivo Esquina manteve sua programação e acendeu, no subsolo do Velvet Pub, uma lareira musical, para esquentar o frio e os ouvidos de quem buscava uma programação diferenciada naquela noite.

Meias Descoloridas e 14 eram as atrações.  Os Dj’s Diego Marx & Marco Pessoa, da banda Velhos e Usados, faziam o aquecimento dos presentes com um repertório variado e certeiro. A noite começava bem. Tão bom era o som da dupla que o público nem reparou no atraso para o início do show do Meias Descoloridas, ocorrido por conta de um pequeno contratempo com o baixista, Maurício. O público, que devido a forte concorrência era esperado com incerteza por todos os esquinas, compareceu firme, forte, bonito e animado. Que beleza! Todos a postos: hora de colocar os amplificadores para berrar.

Meias Descoloridas - 4ª Noite Fora do Eixo

Por volta das 23h30 começava o show da banda brasiliense de nome tão peculiar quanto sua formação, com dois saxofones e uma pequena, porém notável, vocalista. Aliás, era nela, Ana Laura, a frontman (ou seria frontwoman?) do grupo, que se concentravam todas as atenções durante a apresentação da banda. Não era aquele apenas mais um show, mas sim o último do Meias Descoloridas, bem como uma despedida de Ana Laura, de mudança para Curitiba, onde vai estudar arquitetura. O clima de emoção aos poucos era transparecido ao público. Para tocar a música Amor Espacial, foi chamado ao palco o guitarrista-fundador da banda, contribuindo para a sensação de Last Kiss que envolvia o show. A banda tem um quê de Yeah yeah yeahs, muito graças aos refrões entoados pela vocalista – após o show ela me confidenciou ser muito influenciada por Karen O, cantora do grupo Nova Iorquino – mas mantém uma particularidade, provavelmente por conta da dupla de saxofones e da pegada clean do trio guitarra, baixo e batera.

Meias Descoloridas no Velvet Pub

A banda aproveitou a excelente qualidade dos equipamentos de som para fazer um belo show. Momento de grande emoção na última música, anunciada pelo sax tenor Zé, enquanto Ana Laura, visivelmente emocionada, tentava se recompor. Sem esconder as lágrimas, a vocalista cantou até o fim, com a ajuda do público que conhecia a canção e também se emocionava com o momento. Aplausos, muitos aplausos. Logo, as lágrimas deram lugar aos risos. Ao apresentar a banda, “Esse é, ou esse era, o Meias Descoloridas”, Ana Laura, talvez acometida pelo clima de emoção e despedida que deram o tom da apresentação, errou o nome do sax alto, Pedro (ou será João?) Vitor. E os risos viraram pedidos de “mais um, mais um…”, prontamente atendidos pela banda. Boa sorte à Ana Laura e aos agora órfãos remanescentes do grupo nessa nova jornada de suas vidas!

14 na 4ª Noite Fora do Eixo

Pausa para pegar una Cuba Libre (doble dosis, cabrón!) enquanto os rapagotes do 14 afinavam seus instrumentos. A banda foi uma grata surpresa pro Coletivo Esquina durante a seletiva do Grito Rock 2010. Classificados, fizeram um show que rendeu diversos elogios durante o festival. Entraram para o Coletivo – e acrescentaram de forma abismal, diga-se de passagem – e ali estavam como os representantes do Circuito Fora do Eixo na noite. O show começou frenético e a banda logo apresentou seu cartão de visitas. “Rock’n roooooool” gritou alguém da platéia ao final da primeira música. “É isso que é a banda 14. Rock’n roooooll” respondeu o vocalista Bruno Silva com os punhos cerrados. Melhor definição impossível. O 14 é rock’n roll, na sua mais pura e honesta essência. Fato evidenciado pela ótima balada Vira-lata, composição da banda, tocada com todo sentimento e desprendimento que só é possível quando se tem rock correndo nas veias. Seguros no palco, os meninos de ouro do coletivo iam destilando sua música pelos auto-falantes do Velvet. Os bons riffs do guitarrista Bruno Pimenta tinham como base uma cozinha firme e sólida, formada pelo baixista Sud e o baterista Kapassa, que em determinado momento do show fez as paredes da casa pulsarem fortes, tamanha era a virilidade (ufa!) com que rockava o bumbo. Seguindo o show com dinamismo intenso, um cover do Queens of Stone Age serviu de arremate para a conquista de quem ainda estava relutante. Uma grande apresentação do quinteto, que deixou como insatisfação apenas o “gosto de quero mais”.

Banda 14 esquentando o inverno no Velvet Pub

De volta ao som da dupla de DJ’s da banda Velhos e Usados, o pessoal presente no Velvet estava satisfeito. E nós, do Coletivo Esquina, fazíamos coro a esta satisfação ao ter a prova ali, no duro, como diria o mestre Silvio Santos, de que a música autoral tem sim seu espaço na cena, e que as casas e pubs da capital só perdem ao fechar as portas para este tipo de trabalho. Driblando a forte concorrência, em clima de Copa do Mundo, o Coletivo Esquina realizou mais uma evento com saldo final positivo. E muito ainda está por vir. É esperar pra ver.

Fora do Eixo lança campanha Em Busca do Elo Perdido

produção literária
Fora do Eixo lança campanha Em Busca do Elo Perdido

Depois do Observatório, agora é o período da  produção literária

O Observatório Fora do Eixo é uma ação realizada pelo Fora do Eixo, buscando a capacitação de seus participantes e em sua quarta edição, que se encerrou a pouco tempo, trouxe a proposta de debater dois dos maiores movimentos da cultura brasileira e suas influências na cultura independente hoje: A Tropicália e o Modernismo.
Essa edição também trouxe uma novidade – a Campanha “Em busca do Elo Perdido”. Além de discutir as heranças deixadas por essas duas linhas da cultura a campanha busca irá selecionar quatro pesquisadores para a produção de artigos sobre o tema e montar um E-Book com o material realizado. O resultado da seleção será divulgado no dia 20 de julho na rede social do Fora do Eixo!

# Saiba mais sobre o regulamento da campanha, clicando aqui!

4º NOITE FORA DO EIXO com 14 (DF) e Meias Descoloridas (DF) na próxima sexta (18/06)!

A próxima sexta (18/06) é dia de curtir mais música com o projeto Noites Fora do Eixo, no Velvet Pub (102 Norte), a partir das 21h. As atrações serão as bandas 14 (DF) e Meias Descoloridas (DF). A entrada custa R$ 10.

14 (DF)

Vinda dos blocos e quadras da 714 Sul, a banda 14 faz parte do Coletivo Esquina e é formada por Bruno Silva (vocal), Pedro Sudbrack (baixo), Bruno Pimenta (guitarra), Carlos Felippe (guitarra) e Thiago Kapassa (bateria). Suas influências passam pelo rock pesado e o blues, com inspiração do cotidiano, conflitos humanos e seus valores.

Meias Descoloridas (DF)

Já a Meias Descoloridas se descreve como “uma mistura de música de elevador com costeleta, amor com shoyo e lo-fi jazz no estilo Portinari”. Formado por Ana Laura (vocal), Gabriel Akio (guitarra), Mariane (bateria), Maurício (baixo), Pedro Victor (saxofonista alto) e Zé (saxofonista tenor), o grupo faz um som que contém pitadas de rock, samba, funk, jazz, indie e outros estilos.

As Noites Fora do Eixo acontecem no Velvet Pub (102 Norte), sempre a partir das 21h. A entrada custa R$ 10.

Apoio: Velvet Pub, Estúdio KGB e Pizza a Bessa!

Duas bandas do Coletivo Esquina caindo na estrada!

É isso aí galera! Neste final de semana temos duas bandas do Coletivo Esquina caindo na estrada!

Amanhã o pessoal do Brown-HÁ embarca em uma MINI-TOUR pelo Nordeste! Vão fazer 3 shows em dois dias! Recife (11/06), Natal e João Pessoa (12/06). Agradecemos o espaço cedido pela galera da banda Gandharva/PE e os coletivos parceiros DoSol e Mundo!

As meninas do Electro Domesticks embarcam no sábado para Cuiabá pra tocar no Festival Volume dia 13/06 (Domingo) organizado pelo coletivo Volume que acontece dias 12 e 13 de Junho na Casa Fora do Eixo Cuiabá (CAFE). Será o primeiro show das meninas fora do DF…será que estão nervosas?!

Abaixo você pode encontrar o flyer  de cada evento. Boa viagem e sucesso para nossas duas bandas!

Para saber um pouco mais das bandas entre em:

www.myspace.com/brownha

www.myspace.com/elestrodomesticks

4° Observatório Fora do Eixo…começa hoje!!


Observatório Fora do Eixo Musical promoverá debate sobre movimentos de vanguarda de ontem e hoje

Na oportunidade, as heranças deixadas por movimentos como o Modernismo e a Tropicália nos movimentos culturais atuais estarão em destaque. Para debater o tema, um time de peso foi escalado para compor a mesa de debates, que terão duração de três dias.

A próxima edição do Observatório Fora do Eixo vem com um objetivo especial – debater dois dos maiores movimentos da cultura brasileira e suas influências na cultura independente hoje: A Tropicália e o Modernismo. A ação acontece de 07 a 09 de junho e é capitaneada pelo Circuito Fora do Eixo que, através da internet, cria um ambiente de alcance nacional para debates acerca de temas diversos. Esta obra foi selecionada pela “Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais/ Internet”.

Eles são os dois movimentos culturais que propuseram maiores rupturas culturais no Brasil e agora o CFE procura debater influências herdadas pela produção cultural independente. O primeiro (que pode ser chamado ainda de Tropicalismo) foi responsável pela mistura de vertentes tradicionais da cultura com variadas inovações estéticas, influenciados por correntes artísticas de vanguarda e cultura pop. O Mordenismo é como é caracterizado os trabalhos artísticos do início do século XX, permeando manifestações amplas da arte (arquitetura, design, música, teatro), deixando as tradicionais como artes plásticas e literatura , em busca de uma ‘nova cultura’.

Usando a internet como base de seus trabalhos e na conexão com outros coletivos, esse observatório tem como objetivo orientar a estruturação dos coletivos, implementando uma moeda, coletando trabalhos desenvolvidos pelo Circuito, estimulando a troca de tecnologias sociais e promovendo mais uma frente gestora na rede.


Agenda
A 4° edição do Observatório acontece nos dias 07, 08 e 09 de junho na sala do Observatório Fora do Eixo a partir das 20h e sua metodologia é um pouco diferente das edições anteriores, mantendo o grupo de trabalho sobre cada subtema.

Mediado pelo jornalista Alex Antunes junto a outros membros do CFE, os grupos de discussão receberão convidados com duração de quase uma hora de exposição. Os mediadores receberão as perguntas dos internautas via freenode e twitter do CFE e repassarão aos convidados, estimulando assim a interação entre debatedores e público. Todo esse debate será transmitido ao vivo pela Web Rádio Fora do Eixo.

A programação oficial será lançada nesta semana, fiquem atento ao twitter do @foradoeixo e ao blog oficial: http://wwww.foradoeixo.org.br/observatorio-fora-do-eixo

Campanha ‘Em busca do Elo Perdido’ –

Outra ação que será realizada na edição intitulada ‘Observatório Fora do Eixo Musical’ é a campanha “Em busca do elo perdido” que levantará artigos e textos referentes ao tema. A promoção será lançada nesta semana, e os selecionados receberão prêmios que os permitirão participar do III Congresso Fora do Eixo, que será realizado em outubro deste ano. Além disso, os artigos inscritos darão origem a um ensaio crítico sobre o tema, que será divulgado em versão E-Book ao final do projeto.

Circuito Fora do Eixo –

O Observatório é mais uma inciativa da rede colaborativa Circuito Fora do Eixo, que é pautada pelos princípios da Economia Solidária e tecnologias livres, formada por produtores culturais e artistas espalhados por todo o País. Fundada em 2005, a rede conta hoje com 46 pontos Fora do Eixo em todo o Brasil, distribuídos por 23 estados do país. Esses pontos de produção administram 46 veículos de comunicação independente e realizam colaborativamente mais de 1 mil eventos por ano.

PROGRAMAÇÃO

07/06 – segunda-feira

‘Cunhas utópicas na realidade’
Debatedores: Claudio Prado e José Celso Martinez
Mediador: Alex Antunes

08/06 – terça-feira – 20h
‘Perspectiva Musical’
Debatedores: Jorge Mautner, Jards Macalé e José Flávio Jr.
Mediador: Alex Antunes

09/06 – quarta-feira – 20h
‘Da Tropicália a Cultura Digital’
Debatedores: José Miguel Wisnik e Rodrigo Savazoni
Mediador: Alex Antunes

SERVIÇO

O que: Observatório Fora do Eixo
Quando: 07 a 09 de Junho
Onde: Online – http://www.observatorioforadoeixo.wordpress.com
Mais informações: negociosaocubo@gmail.com, cubocard@gmail.com

Nota de Esclarecimento

Diante do comunicado de saída apresentado por integrantes na ultima quarta-feira, os membros remanescentes do Coletivo Esquina gostariam de esclarecer que o trabalho feito em Brasília não vai parar. Temos ciência da importância de nossa cidade para o Circuito Fora do Eixo, e vice-versa. Assimilamos a proposta de trabalho colaborativo, e com a experiência adquirida, sabemos que nossas ações serão realizadas de maneira ainda mais coesa.

Lamentamos a forma como se deu à saída dos membros relacionados no comunicado. Acreditamos tratar-se de um problema interno, que como tal, deveria ser resolvido em reuniões do coletivo antes de ser colocado ao circuito e ao público. O diálogo, a horizontalidade e a transparência apontados no comunicado não foram COLOCADOS  em prática pelos membros que saíram no momento em que expuseram o problema antes de tentar resolve-lo, nos pegando de surpresa. Toda relação humana, sobretudo em grupo, carrega necessariamente o conflito de idéias e divergências de opinião, o que é saudável quando se busca soluções para superá-las.

As parcerias firmadas continuam, bem como os projetos de Noites Fora do Eixo, com datas já marcadas, e festivais. Os compromissos financeiros assumidos com fornecedores e colaboradores serão cumpridos.  Haverá uma reestruturação, natural diante de uma situação como essa.

Desejamos sorte e sucesso aos membros que saíram e deixamos todas as portas abertas para possíveis parcerias e trabalhos conjuntos. Entendemos que o interesse geral, explicitado na Carta de Princípios do CFE, sobressai ao individual ou de determinados grupos, e é nesse sentido que o trabalho prosseguirá.

Para esclarecimentos:

coletivoesquina@gmail.com

Atenciosamente,

Coletivo Esquina

Banda 14 toca neste sábado no Rock na Rua Paralelo

No sábado, dia 05/06, vai rolar mais uma edição do já tradicional “Rock na Rua Paralelo” promovido pelo pessoal do Paralelo X na na Praça do Cidadão (EQNM 18/20) Ceilândia Norte. Serão 07 bandas se apresentando a partir das 15:30. Entre as bandas, o Lacunna vai representar o Coletivo Cultcha e levando o Coletivo Esquina na bagagem estará a Banda 14.   Lembrando que o evento é de graça.

A 14 é formada por: Bruno Silva (Vocal), Pedro Sudbrack(Baixo), Bruno Pimenta (Guitarra), Carlos Felippe(Guitarra) e Thiago Costa (Bateria) tem como base uma 714 sul cheia de prédios, carros e avenidas . A inspiração vem do cotidiano,conflitos humanos e seus valores.

O Coletivo Cultcha entrevistou a gurizada do Paralelo X, que forneceu maiores informações sobre o evento e de acordo com eles o Rock na Rua Paralel é  “De estrutura pequena, mas com apurada qualidade, o projeto surgiu na intenção de galgar espaço para as representações do rock (música, fanzines, desenhos, poesias…). Com base na ideologia do “faça você mesmo”, a execução do projeto Rock na Rua Paralelo se dá seguinte maneira: organiza-se todo o equipamento dentro da Pandora (Kombi que transporta o equipamento do Paralelo X), podendo o mesmo ser levado a qualquer local favorável às apresentações com bandas independentes, que executam canções próprias, sendo feito também exposições e desenhos e fanzines. Vale ressaltar que o Rock na Rua Paralelo está na sua vigésima edição, tendo passado por Taguatinga, Guará, e vários pontos de Ceilândia”.

Para conferir na íntegra a entrevista clique aqui

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