6ª Noite Fora do Eixo – A quinta virou sexta

Fotos: Cadu Andrade
Texto: Bruno Silva

O rock’n roll é à prova de baixa umidade. Nesta desértica Brasília de 26 de agosto foi realizada a 6ª Noite Fora do Eixo, a primeira após a passagem do evento das sextas para as quintas-feiras no Velvet Pub. A mudança de dia não afugentou o público, que, entre amigos e apreciadores de música autoral de qualidade, povoou a casa para assistir as atrações da noite: Triturados pelo Coração (DF) e Ultravespa (GO), e os DJs Kameni e Beat&Nik.

Os Triturados foram uma das atrações da 6ª Noite Fora do Eixo

A primeira a se apresentar foi a Triturados pelo Coração, que, como bem definiu o baterista Paulo Henrique, ‘só fala de amor’. Mas nada de depressão: é um amor frenético, alegre e empolgante, no melhor estilo do rock dançante dos anos 50 e 60. O quarteto mostrou que não é de uma nota só: algumas músicas flertam com jazz, blues e country, como Protesto, que, com sua gaita deliciosamente despreocupada, é a primeira música que eu levaria para ser a trilha sonora de uma longa viagem de carro.

A performance afinadíssima – e afiadíssima – nem fez parecer que era o primeiro show da banda desde a sua volta mês passado. “A gente está voltando de um hiato. É moda falar que as bandas estão em hiato, né?”, avisou o baixista e frontman Rodrigo Serpa, ex-Brown-há. Relaxa, Rodrigão. Com tanta qualidade em cima do palco, ninguém percebeu.

Os Triturados pelo Coração no Velvet Pub

Em seguida, a apresentação do Ultravespa, que veio diretamente de Goiânia. Apesar de parecer tímido no palco, o power trio não demorou a manter a empolgação do público com seu próprio estilo. Banda de riffs agitados e pegada mais ainda, não deixou espaços vazios mesmo com apenas três instrumentos e fez todo mundo dançar. O guitarrista e vocalista Dinho literalmente deu o sangue: com a corda da guitarra arrebentada logo em uma das primeiras músicas, ele mandou o show seguir e, de dedo sangrando, conduziu tudo sem nem querer saber do instrumento reserva.

Banda Ultravespa, diretamente de Goiânia

Nem tudo foi irrequieto na performance do Ultravespa. Perfume de Emanuelle, balada de meio de show, começou lentinha, como aquela música perfeita para namorar, de guitarras firmes no compasso, e culminou num autêntico rockabilly, para empolgar de vez quem assistiu. No final, a melhor música, Miss Inferninho, sintetizando toda o ritmo frenético com uma ótima linha de vocal rasgado. Quem saiu antes do show acabar perdeu.

A Ultravespa foi uma das atrações da 6ª Noite Fora do Eixo

A boa presença de público e a apresentação mais que convincente das bandas reforçam o quanto a Noite Fora do Eixo está consolidada como ponto de apoio para a música independente na cidade. Mais uma vez com muita qualidade, a 6ª NFE abriu o final de semana em grande estilo. A quinta-feira virou sexta.

Veja mais fotos do evento: http://www.flickr.com/photos/coletivoesquina/

Agradecimentos aos parceiros e apoiadores: KGB Produções, Velvet Pub e Pizza à Bessa.

Conheça a Banda – Ultravespa (GO)

Nesta semana entrevistamos a banda Ultravespa. Formado em 2007 por amigos com gostos musicais em comum, o grupo já possui uma bagagem relevante de apresentações em festivais Brasil a fora, especialmente em Goiânia, cidade natal do Ultravespa. Os rapazes pretendem lançar um EP ainda este ano. “Como vai ser o primeiro da banda, queremos que seja uma coisa completamente ‘redonda’, nada pra se arrepender depois, tipo ‘ahh, essa música tava melhor'”, projeta o vocalista e guitarrista Dinho.

Nesta quinta-feira (26/08) o Ultravespa será uma das atrações da Noite Fora do Eixo. Leia a entrevista, conheça um pouco mais sobre a banda e compareça ao Velvet Pub para conferir os rapazes ao vivo. 

A banda Ultravespa faz um Rock’n roll simples e dançante. Como teve início a banda e quais são as principais influências?

A banda se formou a partir de 4 amigos que ouviam as mesmas coisas (Kinks, Beatles, Rolling Stones, Faichecleres, Cascavelletes, The Who, Roberto Carlos…), mas não tocavam juntos. Então resolveram formar uma banda pra finalmente tocarem o que gostavam do jeito deles, daí veio esse som dançante e simples, sem muitas complicações.

 A Ultravespa foi formada em 2007. O que já rolou de relevante nesses mais de três anos de banda?

Muitas coisas rolaram. Tocams no Estudio Novo Mundo no 14º Goiania Noise, Aniversário da Fósforo Cultural, Bananda 2010, Grito Rock Cuiabá 2009, Grito Rock Goiania 2010, Pré-festa do Vaca Amarela 2009, a mudança na formação… Acho que a banda evoluiu muito nesses 3 anos e daqui pra frente, sem dúvida alguma, nós só esperamos que melhore mais ainda.

A banda Ultravespa é uma das atrações da Noite Fora do Eixo nesta quinta (26/08) - Foto po André Freitas

A banda Ultravespa é de Goiânia. Falem um pouco como é a cena rock’n roll na cidade de vocês.

A cena de Goiânia é bem bacana, muitos festivais, mas poucas casas que promovam eventos regulares e que remunerem as bandas. Banda é o que não falta, tem milhares de bandas boas em Goiânia que não tocam há muito tempo, daí fica aquele jogo de empurra empurra da culpa entre os produtores, o público e as bandas. O lance é que quando todos se  resolverem a coisa toda se move e ficará melhor do que já esta.

Qual é a temática das letras e como é o processo de composição?

Esse negócio de  tematica é complicado, um dia você tá vendo uma coisa e falando de outra, no outro dia tudo ao contrario. Não procuramos forçar muito as coisas. Nossas musicas são sobre o que vimos, passamos, sobre o que queremos ver, sobre o queremos passar, as vezes um, as vezes outro. O importante é que seja simples, como já disse antes.

Quais os planos da banda Ultravespa em relação ao lançamento de um material? Algum disco ou EP na agulha?

Estamos nos preparando pra um EP com 3 ou 4 músicas, não sabemos ao certo quando  vai ser, mas deve sair ainda esse ano. Como vai ser o primeiro da banda, queremos que seja uma coisa completamente “redonda”, nada pra se arrepender depois, tipo “ahh, essa música tava melhor”. Tem que ser forte com pouco e isso é dificil.

A banda Ultravespa é uma das atrações da Noite Fora do Eixo nesta quinta (26/08) - Foto por Ana Pontes

Qual a expectativa da banda em relação ao show desta quinta-feira no Velvet Pub? É a primeira vez em Brasília?

Nós já tocamos em Brasília, no “Poerão do Rock”, um festival que acontece no Recanto das Emas. Foi super bacana, o pessoal pareceu gostar muito apesar de sermos uma banda diferente, dentro do estilo do festival.
Dessa vez a expectativa é muito grande, por ser uma Noite Fora do Eixo, por ainda não conhecermos a casa e tal. Mas a gente sempre espera o melhor. O fato de Brasília ficar perto de Goiânia é algo bem interessante, já que podemos começar a trazer gente de Brasília pra ver nossos shows em Goiânia e vice e versa.

Deixem um recado para o público brasiliense que irá ao Velvet Pub nesta quinta-feira curtir a banda Ultravespa na Noite Fora do Eixo.

Que todos preparem seu sapatos e suas cabeças pro barulho do Ultravespa e D’Os Triturados pelo Coração.

Ouça agora: http://www.myspace.com/ultravesppa

Noite Fora do Eixo – Dia 26/08 no Velvet Pub, 102 Norte

Na próxima quinta-feira (26/08) acontecerá no Velvet Pub nova edição da Noite Fora do Eixo! As bandas que terão a missão de agitar o público são Os Triturados pelo Coração (www.myspace.com/triturados), de Brasília e os goianos da Ultravespa (www.myspace.com/ultravesppa). Também farão parte da noite os dj’s Beat & Nik e Kameni. Não Percam!!!

Brown-há se apresenterá no Festival Megafônica, em Belém – PA

A banda Brown-há, do Coletivo Esquina, faz parte da programação da 1ª Edição do Festival Megafônica. Organizado pelo Coletivo Megafônica, de Belém do Pará, o evento trás nomes de destaque na cena do norte do país mesclados com atrações de outras estados, como o Tereza (RJ) que se apresentou na última Noite Fora do Eixo – DF, os goianos do Black Drawing Chalks, além do Brown-há.

Confira a programação completa em:

http://www.megafonica.blogspot.com/

III Congresso Regional Fora do Eixo Centro-Oeste – 3º Dia

O terceiro e último dia do III Congresso Fora do Eixo Região Centro –
Oeste começou ontem pela manhã com a leitura da carta de princípios do
CFE, estabelecida ano passado. Após, algumas sugestões de mudanças
foram expostas pelos participantes, na tentativa de aperfeiçoamento do
texto, para o melhor entendimento e aplicação das ações realizadas
pelo CFE.

De acordo com a carta, o Circuito Fora do Eixo é composto por
Coletivos Locais de cada cidade ou munícipio onde exista um núcleo ou
célula de produção cultural independente, denominados “Pontos Fora do
Eixo”. O Circuito está aberto para receber qualquer indivíduo que
deseje contribuir para o trabalho. Deixando claro que, vincular-se a
um Coletivo é uma iniciativa pessoal livre, espontânea, esclarecida,
consciente e voluntariada.

Uma das grandes discussões, a mais polêmica, foi sobre a mundaça ou
não do nome da marca “Grito Rock” –  http://gritorock.com.br. Um
debate que suscita várias opniões convergentes e divergentes, que
continuarão crescendo e amadurecendo até o Congresso Fora do Eixo
Nacional. Então, preparem os melhores argumentos sobre o assunto, para
então opinarem no Congresso Nacional Fora do Eixo, que ocorrerá do dia
10 a 17 de outubro.

Em outro momento, ainda pela manhã foi discutido o regimento interno
do CFE. De acordo com a leitura, parágrafo por parágrafo, foram feitas
as devidas considerações, que serão levadas como sugestão de
aperfeiçoamento do texto, para o Congresso Nacional do CFE. Para quem
quiser acessar a carta de princípios e o regimento interno na integra
do CFE na integra no site www.circuitoforadoeixo.org.br.

Para finalizar os trbalho do turno matutino, Ricardo Jatobá,
representando o PNUD, reafirmou a importância da parceria e falou
sobre  a realização das Noites Fora do Eixo temáticas. Ele enfatizou
sobre a relevância dessa relação entreo o o CFE e o PNUD no concurso
‘Mostre seu Valor’. Confira o regulamento do projeto no blog do
Coletivo Esquina, assim como a resenha dos outros dois dias de
Congresso www.coletivoesquina.wordpress.com.

Na parte da tarde, os grupos de trabalho finalizaram os trabalhos com
a definição de estratégias de atuação dentro dos programa centro
multimidia e sustentabilidade, apresentação do regimento interno do
Fundo Nacional Fora do Eixo,  com a discussão sobre o programa de ação
Tecno Arte 2010 e dos organogramas dos núcleos e atividades de cada
Coletivo da região Centro – Oeste.

Gostaríamos de agradecer ao PNUD, nosso ao mais novo parceiro no
Concurso Mostre seu Valor, que forneceu a infrestrutura para o
acontecimento do III Congresso Fora do Eixo, agradecer a pizzaria
Bacco, apoiador na alimentação, a mãe do João Henrique, guitarrista do
Brown há, que fez almoço e janta em alguns dias do Congresso, a todos
os Coletivos presentes –  Coletivo Esquina (DF), da  Bloco Cultural
(DF), do Coletivo Cultcha (DF), do Espaço Cubo (MT), Coletivo Pequi
(GO), Coletivo Bigorna (MS), Coletivo Fósforo (GO), Coletivo Noma
(MT), Coletivo Goiaba (GO) – a uma das representantes do escritório
CFE em Brasília Fernanda Sarkis, aos observadores do PNUD, e aos
convidados Fábio Pedroza, da banda Móveis Coloniais de Acaju, e
Rodrigo Bouillet, um dos coordenadores da rede do Cine mais Cultura.

Todas as informações do Congresso Fora do Eixo, etapa Centro – Oeste,
estão dis poníveis no site www.circuitoforadoeixo.org.br. Não deixem
de acompnhar os Congressos das outras regiões, que serão realizados em
breve.

III Congresso Regional Fora do Eixo Centro-Oeste – 2º Dia

O segundo dia do III Congresso Fora do Eixo Região Centro – Oeste
começou hoje pela manhã, debatendo a parceria firmada entre o CFE e o
PNUD. O Projeto ‘Mostre seu valor’, apresentado pelo respresentante do
PNUD Flávio Comin, pauta a necessidade da demostração dos valores
humanos de forma enaltecida. A campanha estimula o reconhecimeto
desses valores perante a sociedade a partir de elementos culturais, no
caso do Circuito Fora do Eixo. A cultura é um dos canais condutores de
informações, e instiga a crítica e a reflexão.

Esse concurso fomenta o sentimento de responsabiliade e
comprometimento, e ao mesmo tempo, transforma a informação em algo que as pessoas possam entender e sentir. Para uma mudança  efetiva, deve
haver a concientização por meio das práticas, ações e exemplos. Flávio
Comin enfatizou que é por meio da música que os indivíduos são
motivados a exercitar a atividade crítica e criativa. A projeto busca
a solução a partir da ótica de valores. Uma das ideias do concurso é
tentar levar o material produzido pelos contemplados para a grande
mídia como forma de reflexão.

Continuando o assunto, um dos representantes do escritório Fora do
Eixo em Brasília Frank, reafirmou a importância da parceria com o
Pnud, por meio do Skype. Segundo ele, a proposta está totalmente de
acordo com CFE, que em sua carta de princípios, também defende o
reconhecimento dos valores humanos por meio das práticas culturais.
Para saber mais sobre o Concurso de Valores e como participar entrem
no blog do Coletivo Esquina www.coletivoesquina.wordpress.com.

Em um segundo momento, o convidado Rodrigo Bouillet, um dos
coordenadores da rede do Cine mais Cultura, e cineclubista há 7 anos,
falou sobre a parceria com o CFE. O projeto diz respeito a fomentação
dos cineclubes (www.cineclubes.org.br), existentes há 82 anos, onde
pessoas se reúnem para ver e rever filmes, e debater. Os cineclubes
(ornganizações sem fins lucrativos), que acompanharam as idas e vindas
do audio visual, tem a ver com a popularização do cinema por meio da
circulação do projetos multimídia. È um atendimento ao movimento
cineclubista organizado, que permite que os interessados possam ter
temporariamente filmes e equipamentos. As parcerias são basicamente
diretas e por editais. Cada contemplado deve fomentar o hábito da
atividade cineblubista pontualmente. Com isso, mais um exercício de
cidadania é estimulado pelos debates no âmbito audio visual. O intuito
é de viabilizar o cinema a todos, e não somente, também promover
reflexões pós sessões. O projeto pretende conquistar a base e trazer
para politização do movimento as novas ideias. O grande desafio do
Conselho Nacioal dos Cineclubes hoje em dia é organizar os Estados com
uma rede de apoio. Na parceria direta com o Circuito Fora do Eixo
haverá a disponibilização de 6 quites de projeção, filmes e oficinas.

Logo após, o convidado Fábio Pedroza da banda Móveis Coloniais de
Acaju provocou um debate sobre a Comissão de Bandas e Artistas
Circulantes (CEBAC), que tem como premissa incentivar o pensamento das
bandas como agentes culturais, capazes de se auto gerir.  A
organização tem a preocupação com o cenário e circuito nacional, sem
limites de estilos ou estágio de desenvolvimento dos grupos musicais.
Ele enfatizou que a circulação é uma ação de extrema relevância para
uma banda. O CEBAC promove o trabalho colaborativo e autoral  das
bandas, inseridos em uma rede de forum na discussão da capacitação
artística e empreendedora dos envolvidos. Um das principais metas é
estabelecer uma rede com todas as bandas, mesmo nao participantes,
para que possam acessar o material disponibilizado, na tentiva de uma
carreira. A Comissão trabalha com o compartilhamento de tecnologias,
informações, e afins.

Na parte da tarde, os Grupos de Tabalho continuaram a estabelecer e
consolidar as propostas referentes aos núcleos do Circuito Fora do
Eixo, trataram do PcultDF e da parceria com o CEBAC  Para saber o que
acontece no III Congresso Fora do Eixo Região Centro – Oeste siga
@coletivoesquina no twitter e confira a transmissão ao vivo do evento
no link que é divulgado. Entre no blog do Esquina e confira a
programação do congresso, que acaba amanhã.

III Congresso Regional Fora do Eixo Centro-Oeste – 1º Dia

O III Congresso Regional Fora do Eixo no Centro-Oeste começou hoje em Brasília, na sede do PNUD. Promovida pelo Coletivo Esquina, em parceria com o Coletivo Cultcha e a Bloco Cultural, a abertura do evento teve início com as boas vindas do representante do PNUD Flávio Comin, que enfatizou a importância da parceria CFE e PNUD no projeto Concurso de Valores Fora do Eixo, firmada recentemente com a rede. Após, houve uma explanação sobre o surgimento e funcionamento do Circuito Fora do Eixo pelo progenitor Pablo Capilé, do Espaço Cubo, e apresentações dos membros dos Coletivos presentes, junto com uma pequena apresentação do trabalho realizado por cada um deles.

O primeiro dia do Congresso, que dividiu-se em dois momentos – tarde e noite – , contou com a presença de representantes do Coletivo Esquina (DF), da  Bloco Cultural (DF), do Coletivo Cultcha (DF), do Espaço Cubo (MT), Coletivo Pequi (GO), Coletivo Bigorna (MT), Coletivo Fósforo (GO), Coletivo Noma (MT), observadores do PNUD e o convidado da banda Móveis Coloniais de Acajú, Fábio Pedroza. Um dos membros do Coletivo Massa (SP), Felipe, também esteve presente virtualmente, por meio do Skype.

Temas como a melhora da estrutura ideológica dos núcleos existentes nas agências de cada Coletivo serviram como o estopim para o começo das conversas. O Pcult (Partido da Cultura), defensor representativo de uma mobilização em prol da cultural como um todo, também foi assunto em pauta.

No segundo momento do Congresso, durante a noite, o debate continuou de forma mais específica com a divisão dos Grupos de Trabalho (GTs). Propostas começaram a surgir sobre o fechamento das cidades para a turnê Centro-Oeste do CFE, e com os outros dois dias de discussão as ideias serão amadurecidas e consolidadas.


Com os Congressos Regionais do CFE, os Coletivos poderão restruturar as premissas existentes e preparar suas propostas para serem apresentadas no Congresso Nacional. Com isso, as ações realizadas pelo Circuito Fora do Eixo ficarão cada vez  mais eficazes e efetivas. Estes, ocorrem com o intuito de propagar a ideologia de Circuito Fora do Eixo ONTEM, HOJE e AMANHÃ. O evento continua até sexta-feira.

Siga o @coletivoesquina e acompanhe as discussões do congresso por meio da transmissão ao vivo no twitcam.

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