agenda: O que acontece no Cult22 Rock Bar!!!!


As festas tomarão conta das duas últimas semanas de fevereiro no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte). Para comemorar um mês de funcionamento, o novo “point” do rock em Brasília promoverá três agitos diferentes: nesta sexta-feira (18/2) vamos celebrar a passagem do grupo norte-americano de electro rock LCD Soundsystem pelo Brasil com a festa LCD SoundNyght sob o comando dos DJs R@g, Giovanni Fernandez, Penny Lane Space Ghost. Quem pintar na noite concorrerá ao sorteio de CDs e DVDs da banda.

No sábado (19), o grande encontro entre “criador” e “criatura”: o programa Cult 22 (Rádio Cultura FM), no ar há mais de 19 anos, fará a primeira festa em seu próprio bar, sob o comando dos DJs-produtores Marcos Pinheiro Abelardo Mendes Jr. + convidados tocando rock de todos os tempos, com direito a telão com videoclipes. A festa lançará a nova versão do blog/sitewww.cult22.com e ainda irá comemorar o aniversário de Marcos Pinheiro e dos colaboradoresDjalma Phú Welbert Rabelo.

Já no outro sábado (26), a já tradicional Bizarre Love Triangle, sempre pilotada pelos DJs Raí eRonaldo Mode, estreia no Cult 22 Rock Bar numa edição especial batizada Girls Just Wanna Have Fun: afinal, Cyndi Lauper, musa pop dos anos 1980, se apresentará em Brasília (Centro de Convenções) no dia seguinte e a festa celebrará a vinda da moça, com direito a sorteio de ingressos para o show e um repertório recheado de hits do pop e do rock daquela década.

Mas os shows continuarão batendo ponto na casa, claro! E nesta quarta-feira (16/2), às 21h, segue o projeto Quarta Unculted show acústico no lado externo do bar, desta vez com o projeto Na Vibe, formado pelos músicos Marco AraújoFelipe Portilho. Na sexta-feira (25) será a vez do encontro de duas bandas da nova geração do rock brasiliense: Etno e Brown-Há.

Nas terças e nas quintas-feiras, a entrada é franca e o som mecânico fica sob os cuidados dos DJs residentes Marcos Pinheiro e Penny Lane. Vale lembrar que, independente dos eventos, o bar está sempre aberto de terça-feira a sábado, a partir das 17h.

E já fiquem ligados que, em março, o Cult 22 Rock Bar estará sediando a edição 2011 do Grito Rock Brasília: serão 24 bandas em quatro noites (10 a 13 de março). Mais informações em breve ou pelo site www.coletivoesquina.com

GRITO ROCK BRASÍLIA 2011 NO CULT22 ROCK BAR

COLETIVO ESQUINA APRESENTA GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Já no outro sábado (26), a já tradicional Bizarre Love Triangle, sempre pilotada pelos DJs Raí eRonaldo Mode, estreia no Cult 22 Rock Bar numa edição especial batizada Girls Just Wanna Have Fun: afinal, Cyndi Lauper, musa pop dos anos 1980, se apresentará em Brasília (Centro de Convenções) no dia seguinte e a festa celebrará a vinda da moça, com direito a sorteio de ingressos para o show e um repertório recheado de hits do pop e do rock daquela década.

Mas os shows continuarão batendo ponto na casa, claro! E nesta quarta-feira (16/2), às 21h, segue o projeto Quarta Unculted show acústico no lado externo do bar, desta vez com o projeto Na Vibe, formado pelos músicos Marco AraújoFelipe Portilho. Na sexta-feira (25) será a vez do encontro de duas bandas da nova geração do rock brasiliense: Etno e Brown-Há.

Nas terças e nas quintas-feiras, a entrada é franca e o som mecânico fica sob os cuidados dos DJs residentes Marcos Pinheiro e Penny Lane. Vale lembrar que, independente dos eventos, o bar está sempre aberto de terça-feira a sábado, a partir das 17h.

E já fiquem ligados que, em março, o Cult 22 Rock Bar estará sediando a edição 2011 do Grito Rock Brasília: serão 24 bandas em quatro noites (10 a 13 de março). Mais informações em breve ou pelo site www.coletivoesquina.wordpress.com


Confira a nossa programação desta semana:

» Quarta Unculted
Todas as quartas-feiras de fevereiro, às 21h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Shows acústicos na parte externa do bar com feras da música brasiliense tocando clássicos do rock
Couvert (por pessoa): R$ 10,00
Programação:
Dia 16/2 – Na Vibe, com Marco Araújo e Felipe Portilho (rock dos anos 1970 aos 1990)
Dia 23/2 – Mãozão e Rubinho (tributo a U2)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou
www.cult22.com
Classificação: 18 anos

» LCD SoundNyght
Sexta-feira, dia 18 de fevereiro, às 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs R@g, Giovanni Fernandez, Penny Lane (Rock Brasília/Cult 22) e Space Ghost homenageando a vinda do LCD Soundsystem ao Brasil
Sorteio de CDs e DVDs do LCD Soundsystem
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após 0h)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos


» Cult 22 – A festa
Sábado, dia 19 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs Marcos Pinheiro, Abelardo Mendes Jr. e convidados tocando rock de todos os tempos
Lançamento da nova versão do blog/site
www.cult22.com + telão com videoclipes
Comemoração dos aniversários de Marcos Pinheiro, Djalma Phú e Welbert Rabelo
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após 0h)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos

E na próxima semana

» Etno e Brown-Há
Sexta-feira, dia 25 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7 do Lago Norte)
Show com as bandas brasilienses de rock
Discotecagem antes e após os shows
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (preço único)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos

» Bizarre Love Triangle – edição Girls Just Wanna Have Fun
Sábado, dia 26 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs Raí e Ronaldo Mode numa noite temática em homenagem à presença de Cyndi Lauper em Brasília
Sorteio de ingressos para o show da cantora no Centro de Convenções
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos



Centro de Atividades 7, Bloco F1, loja 33 (Lago Norte)
www.cult22.com
rockbar@cult22.com

 

QUERO TOCAR NO GRITO ROCK BRASÍLIA!

se é isso que você sente…
se você quer tocar no GRITO ROCK BRASÍLIA
basta inscrever sua banda no portal TOQUE NO BRASIL
www.ToqueNoBrasil.com.br

O grito rock brasília acontece de 24 a 27 de Fevereiro! com um total de 27 bandas! 13 de Brasília e outras 14 de fora!

inscreva sua banda no portal TOQUE NO BRASILhttp://www.toquenobrasil.com.br

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Noite Fora do Eixo Ardillos + Brown-Há

semans que vém dia 13
no velvet pub
as 21h
entrada por R$7
discotecagem por Torno (Watson) + Branco & Schwenck (Bola8)
com as baNdas ARDILLOS
http://tramavirtual.uol.com.br/ardillos

e BROWN-HÁ
http://www.myspace.com/brownha

Festival Rolla Pedra, em Brasília (Scream & Yell)

texto publicado no Scream & Yell

por Tiago Agostini

Nos anos 80 e 90, Brasília se acostumou a ser berço das maiores bandas de rock do Brasil. Primeiro foi a Turma da Colina, de onde, entre Capital Inicial e Plebe Rude, surgiu a indiscutível maior banda de todos os tempos: Legião Urbana. Já nos 90 a cidade teve bons momentos com o Natiruts e, vá lá, o Maskavo, mas quem deu as cartas mesmo foram os Raimundos, dando voz a toda malícia adolescente em forma de punk/hardcore do bom. Para comemorar os 50 anos da cidade, festejando e relembrando esta história, o festival Rolla Pedra, entre os dias 10 e 12 de dezembro, apresentou uma programação majoritariamente de bandas de Brasília, com 50 shows em três dias, de graça e na Esplanada dos Ministérios.

O primeiro dia ficou restrito ao metal e hardcore. Muito barulho, poucas ideias. O grande destaque foi o Galinha Preta, uma das bandas mais divertidas do País. Com um som rápido e urgente, letras simples e engraçadas e a performance genial do vocalista Frango, tivesse um pouco mais de ambição e a banda seria grande. Após o Galinha, a programação anunciava uma ópera metal. Logo, o show intimista do paulistano Thiago Pethit em um bar próximo parecia mais atraente.

Talvez tenham sido as seis horas de distorção e barulho anteriores, mas acompanhado apenas de teclado e um eventual acordeom, o som meio cabaré do paulistano soou bem, principalmente nas letras em português de versos curtos como “Não Se Vá” e “Fuga Nº1″. Pethit, no entanto, há de cuidar da produção de seus discos. Sentado sozinho ao piano, cantando uma versão de “Bad Romance”, de Lady Gaga, a comparação com a diva pop foi inevitável: os dois possuem boas canções que se perdem entre os efeitos de estúdio.

O segundo dia foi o mais esquizofrênico da programação. Bandas como Watson e Suíte Super Luxo mereciam mais sorte: fizeram bons shows para um público diminuto e disperso, que só foi se aglomerar em frente ao palco quando as guitarras distorcidas do Trampa e do Etno soaram. Não que as duas, com seu pastiche de Rage Against The Machine, merececem a ovação. Antes da atração principal, o Móveis Coloniais de Acaju, o Camarones Orquestra Guitarrística mostrou seu surf-rock competente e contagiante e a cantora local Ellen Oléria impressionou com uma potência e afinação difíceis de achar por aí.

E aí o Móveis entrou no palco para lançar seu primeiro DVD, gravado ao vivo no Auditório Ibirapuera. Se a Legião foi a cara da Brasília dos anos 80 e o Raimundos dos 90, o Móveis personificou a primeira década dos anos 2000 na cidade. Com seu show sempre enérgico e envolvente, a banda comandou uma plateia que não deixou o clima esfriar nenhum minuto. É difícil não esbarrar nos clichês para falar de um show do Móveis: o carisma e a entrega da banda no palco não tem pares no rock brasileiro, a constante movimentação dos músicos contagia, a participação do público em todo o show impressiona. Adjetivos como apoteótico não são deslocados ou superlativos. O Móveis tem o melhor show do Brasil, e isso não é novidade há anos.

Para encerrar o festival, a programação de domingo foi a mais equilibrada, reunindo bandas mais pop e revivendo heróis do rock local. Os destaques ficaram por conta de Pedrinho Grana e Os Trocados, com uma sonoridade que resvala no rock gaúcho, e Os Gramofocas, com um punk honesto. Pequenas decepções para o Sapatos Bicolores: eles até tem um bom show, mas a performance vocal do guitarrista André atrapalha; e com o Lucy And The Popsonics, que não consegue transpor para o palco seu rock eletrônico.

O relógio marcava quase 21h30 quando o Little Quail And The Mad Birds subiu ao palco escudado por umas 20 pessoas no coro de abertura com “1, 2, 3, 4″. Em pouco mais de uma hora, Gabriel Thomaz, Zé Ovo e Bacalhau relembraram os divertidos anos 90 e deixaram a dúvida de por que, mesmo com disco lançado pelo Banguela, a banda não vingou no cenário nacional. O público, extasiado com hits-punk-indies como “Família Que Briga Unida Permanece Unida”, “Aquela” e “Galera do Fundão”, não deu bola se aquilo era pura nostalgia e pediu um bis acalorado.

Teria sido melhor acabar o festival por ali. Como última apresentação, um desfigurado Plebe Rude fez um show modorrento e arrastado. Nem mesmo o bis, com “Até Quando Esperar”, elevou a qualidade da performance – embora o público não tenha arredado pé do local. O Rolla Pedra terminava com uma até bonita homenagem à história, mas o festival mostrou que Brasília não precisa reverenciar apenas os heróis do passado, já que a cena atual é prolífica.

Propondo-se a traçar um panorama do atual cenário de Brasília, com localização central e privilegiada, ao lado da rodoviária e do Teatro Nacional, em uma cidade onde um carro é quase item obrigatório de sobrevivência, o festival pecou principalmente pelo grande número de bandas. Tudo bem que cada uma das 50 bandas representava um ano da cidade, mas aguentar 18 shows em um só dia, como no sábado, é tarefa hercúlea. E perde-se o foco. Fato curioso: nos bastidores circulava a história de que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá chegaram a ser cogitados como atração de encerramento do festival. O Rolla Pedra teria ficado pequeno para tanto choro.

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– Tiago Agostini é jornalista e assina o blog A Balada do Louco. Fotos de Naiane Martins (flickr)

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