ô minino… arruma esse topete e venha tomar no rock, venha!

bap bap loola uh bap bap lulu rockabilly hillbilly vai tomar no rock e ajeita esse topete! 13/07, 21h, Velvet Pub - 102norte... É isso mesmo…. vamos tomar no rock!? confirme sua presença na comemoração do dia mundial do rock!!!!!!!!! https://www.facebook.com/events/256657167767178/ VAI TOMAR NO ROCK! Grande festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock!!! Vá fantasiado de um ícone do rock e concorra a uma garrafa de Tequila!!!! Com A GIG DOS SONHOS: - Adriano Pasqua (Live Wire) - Kameni (Electrodomesticks) - Johnny (Brown-Há) - Marcelo Seabra (Ape X And The Neanderthal Death Squad) - Gustavo Halfeld (Cassino Supernova) - Iano Fazio (Etno) - Jack Coaracy (Watson) DISCOTECAGEM: - Gustavo Bill (Macaco Malvado) - Esquina DJ SET 13/07, sexta-feira, 21h R$10 Velvet Pub, 102 norte!

bap bap loola uh bap bap lulu rockabilly hillbilly vai tomar no rock e ajeita esse topete! 13/07, 21h, Velvet Pub – 102norte


É isso mesmo…. vamos tomar no rock!?
confirme sua presença na comemoração do dia mundial do rock!!!!!!!!!

https://www.facebook.com/events/256657167767178/

VAI TOMAR NO ROCK!

Grande festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock!!!
Vá fantasiado de um ícone do rock e concorra a uma garrafa de Tequila!!!!
Com A GIG DOS SONHOS:

  • Adriano Pasqua (Live Wire)
  • Kameni (Electrodomesticks)
  • Johnny (Brown-Há)
  • Marcelo Seabra (Ape X And The Neanderthal Death Squad)
  • Gustavo Halfeld (Cassino Supernova)
  • Iano Fazio (Etno)
  • Jack Coaracy (Watson)

DISCOTECAGEM:

  • Gustavo Bill (Macaco Malvado)
  • Esquina DJ SET

13/07, sexta-feira, 21h
R$10
Velvet Pub, 102 norte!

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se acalme, chega junto agora e vá tomar no rock!

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13/07, sexta-feira, 21h
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rock é descolado, rock é fashion, rock vanguardista indie remeleixo… vai tomar no rock, bicho!

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DISCOTECAGEM:

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13/07

sexta-feira

21h

R$10

Velvet Pub

102 norte!

AGENDA: Vai Tomar no Rock!

VAI TOMAR NO ROCK! 13 de Julho, no Velvet Pub a partir das 21h, apenas R$10

VAI TOMAR NO ROCK! 13 de Julho, no Velvet Pub a partir das 21h, apenas R$10

 

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VAI TOMAR NO ROCK!

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Com A GIG DOS SONHOS:
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13/07, sexta-feira, 21h
R$10
Velvet Pub, 102 norte!

Fotos: Etno no Grito Rock Brasília 2012

Brasília, capital do Rock

Pra quem nasceu da década de 1990 pra cá, sempre ouve aquela expressão “Brasília, a capital do Rock” e não entende muito bem o significado disso. Quem hoje está chegando na casa dos 20 anos, cresceu em uma cidade cuja cena roqueira foi decaindo gradativamente até virar um movimento praticamente engolido pelo crescimento avassalador do sertanejo universitário, funk, etc.

Percebendo a perda de espaço e, principalmente, reconhecendo a importância que o rock tem para o Distrito Federal, um grupo de bandas, entre elas Trampa, Móveis Coloniais de Acaju, Brown-Há, Live Wire, Etno, Ape X and the Neanderthal Death Squad, The Neves, juntamente com alguns produtores, jornalistas, autores de fanzines e outros agentes culturais do DF, iniciaram um movimento em prol do resgate do rock como patrimônio cultural da cidade, da (re)valorização do estilo musical e de outras ações que visam a profissionalização de agentes da cadeia produtiva do rock e a formação de público.

Esta iniciativa resultou no movimento “Brasília, capital do Rock”, que está penetrando, inclusive, na esfera governamental. E que você, consumidor/apreciador de rock, pode apoiar e contribuir para dar mais visibilidade e força a este movimento. É só assinar o manifesto, clicando nesse link: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/9185

O Esquina – Música e Cultura é parceiro desta iniciativa.

É mais bandas, mais shows, mais público e mais apoio para o rock de Brasília para o Brasil!!!!

Festival 20 anos do Cult22

Pra quem não sabe, no último mês o programa Cult22, transmitido pela Rádio Cultura todas as sextas as 22h, completou 20 anos ininterrúptos no ar. Isso mesmo! 20 anos sendo transmitido pela mesma rádio e nos mesmos dia e horário.

Mas a importância deste programa vai pra muito além do tempo que está no ar. O Cult22 é importante porque não deixa o rock morrer na programação radiofônica brasiliense. O rock está presente em 100% da programação e ajudou a lançar várias bandas importantes das cidades do DF, tais como Raimundos, Lucy & The Popsonics, Trampa, dentre outras.

O Cult22 é, sem dúvida, um patrimônio cultural da cidade, reconhecido inclusive pelo governo, que concedeu, coincidentemente no mesmo DIA que o programa completava 20 anos de existência, o título de cidadão honorário a um de seus criadores e até hoje locutor do programa, Marcos Pinheiro, que, no início deste ano, resolveu extender suas ações em prol do rock inaugurando o Cult22 Rock Bar.

Com tantas coisas pra comemorar, nada melhor que um festival, não é mesmo? E um festival tão grande e significativo como a história do Cult22: serão nada menos que 40 bandas tocando em 13 dias de festival, durante todo o mês de dezembro. É isso mesmo: durante todo o mês de dezembro, a programação do Cult22 Rock Bar estará voltada para o festival 20 anos do Cult22.

No line-up, bandas novas que estão roubando a cena do rock na cidade e bandas consagradas em décadas anteriores, que serão “ressucitadas” especialmente para o festival. Realmente serão encontros imperdíveis!!

Confira aí a programação e já marque na agenda!!!

o segundo dia de grito. Dos Filhos de um Sonho a Born to Destroy

11 de março

por Pedro Branco – Branco sobre Branco

 

Onze de março de dois mil e onze. Vinte e duas horas. Meu avião tocou o solo exatamente dezenove e quarenta, e agora eu estou aqui, depois de uma temporada de Rio de Janeiro, oficialmente resenhando o Grito Rock Brasília.

Nada mal pra quem não escreve nada há vinte e dois dias. Nem um bilhete de porta de geladeira.

Aqueles que escrevem profissionalmente talvez não sintam o que eu sinto toda vez que escrevo: quanto mais há pra se falar, mais faltam palavras. Eu não escrevo profissionalmente. Eu escrevo por paixão, e não podia ser diferente pra mim. Por isso, agradeço a oportunidade de apaixonar-me por esta noite.

O show do Etno abriu as portas do segundo dia. As fontes comentam: o público dobrou de ontem pra hoje e isso é impressionante, de acordo com o horário. Realmente estava cheio. E não só cheio: o público respondeu com muita energia aos coros, cantando as músicas novas, que só vão estar no ar daqui a mais vinte dias.

Eu senti o Etno um pouquinho acanhado com o tamanho do palco. Parecia pouco pra pilha que eles trouxeram, a pilha de quem pula e preenche completamente dezenas de metros quadrados de palcos maiores, como o do Rolla Pedra 2010. Mas não que estivessem perdidos. Estavam em casa. Na sala. Num lounge, numa fogueira, entre amigos.

Quem chegou aqui esperando um festival de pequeno porte se surpreendeu (como eu) com a limpeza e definição do som que saía dos falantes. Os detalhes também impressionaram: não contentes com uma puta dinamica de instrumentos, pequenos detalhes enriqueceram a performance ao vivo, com coloridos específicos que só se encontram em discos e grandes shows.

Durante seus quarenta minutos de música, o Etno revelou influências (para o novo disco?), com uma versão de Jeremy, do Pearl Jam, e um pout-pourri cravado na saideira, que foi de Cássia Eller a Red Hot, com coro autoral e… Porra, foi foda!

Logo depois veio o Butlerfly. Fiquei triste com uma parada: o público não ficou pra conferir o que os caras tinham a oferecer. Eu digo da minha experiência pessoal, e talvez eu esteja sendo idiota agora, mas só existem três lugares onde eu estaria agora: no Rio, na frente do palco e montado na minha moto. E eu fiz os três hoje. Então me dêem motivos pra entender como essa galera chega pra ver uma banda e cai fora na segunda, ainda mais quando se trata de uma convidada, que desceu meio Brasil do Ceará até o planalto central de Brasília, este nosso velho oeste da música, apenas pra espalhar a radiação desse rock.

Mas apesar disso, foi um show muito foda. E não conhecia, mas os caras me deram uma grande razão pra procurar o som deles na internet: a pegada. O show deles foi bem simples, som puro e concentrado, um rock nervoso, como os Hives, e a postura daquela galera que, no palco, parece estar na garagem, o grande estúdio universal, onde o rock nasce, cresce, se reproduz e nunca morre.

Quem ficou pra ver teve a oportunidade de se reencontrar com o Sr. Dylan em uma curta, porém poderosa passagem de Blowin’ in the Wind.

Às 23h30, atingimos a lotação máxima da casa.

Esquece, vou tentar menos jornalístico.

Antes do que qualquer um de nós esperávamos, não cabia mais gente. A casa estava lotada, a calçada estava lotada, o ar estava lotado, e meus tímpanos ainda vão ter que agüentar mais dois dias.

Eu acho irado.

Acho irado que o show do Brown-Há tenha feito sair gente pelas janelas que nem existem aqui no Cult 22, porque mais uma vez, eles destruíram. E eles são assim mesmo, pra melhor ou pra pior, eles não aprenderam a decepcionar. Um show bonito de se ver, com cinco caras pirando no que estão fazendo, um som redondinho e cerveja pra molhar o verbo.

Qual verbo, alguém pergunta?

GRITAR!

Gritar pra abrir os pulmões, pra chamar, pra assustar, pra ferver o sangue, pra gente não esquecer que quem está vivo está em algum lugar, perto ou longe, e quem grita se faz escutar, se faz lembrar, faz viver tudo aquilo que vive na palavra, no ar que vibra, nos olhos que se fecham e cantam junto. Eu, você e todos nós, juntos, construindo a gritos o nosso palácio.

Ou nossas estradas.

Os caras do The Dust Road seguiram o caminho feito de terra, asfalto e suor que separa o Amazonas da capital federal pra derrubar sobre nossas cabeças seu blues-rock setentista, um som tão arrebatador quanto misterioso, um som feito de fumaça, drinks e sangue nos olhos. E eles não perdem no palco, como bons blueszeiros, com toda aquela postura forte, de quem não tá nem aí, porque a música basta, e basta aquela confiança nos instrumentos e voz e pausas, com sarcasmo, humor e brutalidade. Uma bigorna na cabeça.

Eu só fico pensando nas pessoas que eu queria que estivessem aqui e não estão. São todos loucos, tão loucos quanto apaixonados. E é assim que o blues entra na gente: pelo ar, pelo sangue, pelo contato da pele com a pele, mesmo apesar deste palco fantástico que nos separa e nos une.

Só mais um detalhe: TECLAS! Me dê teclas, mais teclas, e este blues fode comigo. Mas quanto mais teclas, mais tudo, e o som não pode ficar mais alto do que já tá, senão eu juro que já era minha raça, minha reputação (?) e minhas roupas.

Meio tarde pra jurar.

Se nada do que eu falei se foi, eu garanto que se foi a minha voz com o Darshan. Tenho certeza que eu saí meio biruta. E não é por menos. Quando os caras sobem no palco, é como se um raio atingisse a sua cabeça em cheio e ao contrário. O som viaja na velocidade da luz e a claridade só chega depois do desmaio. E desta vez não teve descanso, foi um set só com as mais pesadas. O público pedia as mais novas, pedia Substâncias, pedia pra continuar, mas, como as nossas diversões de criança, cada minuto conduz diretamente para um fim, que ninguém esperava chegar de verdade.

Alisson, este não é o fim.

Seu “último“ show com esta banda foda é só um novo começo. Afinal de contas, eu acho que posso te entender. Só de ouvir, meu corpo deu sinais desesperados de ainda estar vivo: meu coração quis se abrir ao máximo, engolir todo o sangue das minhas veias, o ar faltou ou sobrou na cabeça, eu não sei; tudo o que sei é que, se te falta ar, se teu coração não tá conseguindo lidar com a velocidade do sangue que tem que circular, saiba que somos dois, e isso provavelmente pode se transformar em uma epidemia.

Só que você vai fazer mais falta que eu. Por isso, quando você atravessar esta rua, não se despeça, porque a calçada do outro lado te leva pro mesmo caminho.

E como diria Renton em Trainspotting, existe a última e existem as últimas. Terminar esta noite com Gandharva foi foda. Os caras mandam um som simples, mas muito trabalhado. E forte. Depois de caminhar por vários ramos do rock, um finale com o trio pernambucano resume o espírito do rock como em um hino:

Vocês vão dormir com a cabeça doendo!

 

Etno

ETNO

ETNO

Derivada da palavra grega – ethos –
o radical ETNO designa povo, raça ou nação.
Ao adotar esse nome para a sua banda, os músicos Tiago Freitas (vocal), Iano Fazio (baixo),Vitor Fonseca (guitarra) e Tiago Palma (bateria) procuram mostrar um pouco de sua ideologia: as pessoas são diferentes porque a identidade de cada uma delas é um mosaico de culturas.
ETNO é o diálogo dessas culturas: ao admitir as diferenças, põe as barreiras por terra.
Coerentemente, a música do ETNO é um convite à reflexão, defende o diálogo e o respeito àdiferença.
O rock está na raiz da banda e a ele vão se juntando diferentes ritmos e línguas.
Um arsenalde melodias, ritmos, timbres e arranjos que, em sua pluralidade, criam uma musicalidadeprópria, aberta a muitos estilos, sem perder a identidade.

Usando uma poesia cortante para expressar suas percepções de mundo, a banda tem se destacado no cenário brasiliense e,por vezes, também fora de Brasília, desde sua criação em 2002.

ETNO no Grito Rock Brasília

ETNO no Grito Rock Brasília

agenda: O que acontece no Cult22 Rock Bar!!!!


As festas tomarão conta das duas últimas semanas de fevereiro no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte). Para comemorar um mês de funcionamento, o novo “point” do rock em Brasília promoverá três agitos diferentes: nesta sexta-feira (18/2) vamos celebrar a passagem do grupo norte-americano de electro rock LCD Soundsystem pelo Brasil com a festa LCD SoundNyght sob o comando dos DJs R@g, Giovanni Fernandez, Penny Lane Space Ghost. Quem pintar na noite concorrerá ao sorteio de CDs e DVDs da banda.

No sábado (19), o grande encontro entre “criador” e “criatura”: o programa Cult 22 (Rádio Cultura FM), no ar há mais de 19 anos, fará a primeira festa em seu próprio bar, sob o comando dos DJs-produtores Marcos Pinheiro Abelardo Mendes Jr. + convidados tocando rock de todos os tempos, com direito a telão com videoclipes. A festa lançará a nova versão do blog/sitewww.cult22.com e ainda irá comemorar o aniversário de Marcos Pinheiro e dos colaboradoresDjalma Phú Welbert Rabelo.

Já no outro sábado (26), a já tradicional Bizarre Love Triangle, sempre pilotada pelos DJs Raí eRonaldo Mode, estreia no Cult 22 Rock Bar numa edição especial batizada Girls Just Wanna Have Fun: afinal, Cyndi Lauper, musa pop dos anos 1980, se apresentará em Brasília (Centro de Convenções) no dia seguinte e a festa celebrará a vinda da moça, com direito a sorteio de ingressos para o show e um repertório recheado de hits do pop e do rock daquela década.

Mas os shows continuarão batendo ponto na casa, claro! E nesta quarta-feira (16/2), às 21h, segue o projeto Quarta Unculted show acústico no lado externo do bar, desta vez com o projeto Na Vibe, formado pelos músicos Marco AraújoFelipe Portilho. Na sexta-feira (25) será a vez do encontro de duas bandas da nova geração do rock brasiliense: Etno e Brown-Há.

Nas terças e nas quintas-feiras, a entrada é franca e o som mecânico fica sob os cuidados dos DJs residentes Marcos Pinheiro e Penny Lane. Vale lembrar que, independente dos eventos, o bar está sempre aberto de terça-feira a sábado, a partir das 17h.

E já fiquem ligados que, em março, o Cult 22 Rock Bar estará sediando a edição 2011 do Grito Rock Brasília: serão 24 bandas em quatro noites (10 a 13 de março). Mais informações em breve ou pelo site www.coletivoesquina.com

GRITO ROCK BRASÍLIA 2011 NO CULT22 ROCK BAR

COLETIVO ESQUINA APRESENTA GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Já no outro sábado (26), a já tradicional Bizarre Love Triangle, sempre pilotada pelos DJs Raí eRonaldo Mode, estreia no Cult 22 Rock Bar numa edição especial batizada Girls Just Wanna Have Fun: afinal, Cyndi Lauper, musa pop dos anos 1980, se apresentará em Brasília (Centro de Convenções) no dia seguinte e a festa celebrará a vinda da moça, com direito a sorteio de ingressos para o show e um repertório recheado de hits do pop e do rock daquela década.

Mas os shows continuarão batendo ponto na casa, claro! E nesta quarta-feira (16/2), às 21h, segue o projeto Quarta Unculted show acústico no lado externo do bar, desta vez com o projeto Na Vibe, formado pelos músicos Marco AraújoFelipe Portilho. Na sexta-feira (25) será a vez do encontro de duas bandas da nova geração do rock brasiliense: Etno e Brown-Há.

Nas terças e nas quintas-feiras, a entrada é franca e o som mecânico fica sob os cuidados dos DJs residentes Marcos Pinheiro e Penny Lane. Vale lembrar que, independente dos eventos, o bar está sempre aberto de terça-feira a sábado, a partir das 17h.

E já fiquem ligados que, em março, o Cult 22 Rock Bar estará sediando a edição 2011 do Grito Rock Brasília: serão 24 bandas em quatro noites (10 a 13 de março). Mais informações em breve ou pelo site www.coletivoesquina.wordpress.com


Confira a nossa programação desta semana:

» Quarta Unculted
Todas as quartas-feiras de fevereiro, às 21h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Shows acústicos na parte externa do bar com feras da música brasiliense tocando clássicos do rock
Couvert (por pessoa): R$ 10,00
Programação:
Dia 16/2 – Na Vibe, com Marco Araújo e Felipe Portilho (rock dos anos 1970 aos 1990)
Dia 23/2 – Mãozão e Rubinho (tributo a U2)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou
www.cult22.com
Classificação: 18 anos

» LCD SoundNyght
Sexta-feira, dia 18 de fevereiro, às 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs R@g, Giovanni Fernandez, Penny Lane (Rock Brasília/Cult 22) e Space Ghost homenageando a vinda do LCD Soundsystem ao Brasil
Sorteio de CDs e DVDs do LCD Soundsystem
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após 0h)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos


» Cult 22 – A festa
Sábado, dia 19 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs Marcos Pinheiro, Abelardo Mendes Jr. e convidados tocando rock de todos os tempos
Lançamento da nova versão do blog/site
www.cult22.com + telão com videoclipes
Comemoração dos aniversários de Marcos Pinheiro, Djalma Phú e Welbert Rabelo
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após 0h)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos

E na próxima semana

» Etno e Brown-Há
Sexta-feira, dia 25 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7 do Lago Norte)
Show com as bandas brasilienses de rock
Discotecagem antes e após os shows
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (preço único)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos

» Bizarre Love Triangle – edição Girls Just Wanna Have Fun
Sábado, dia 26 de fevereiro, a partir das 22h, no Cult 22 Rock Bar (Centro de Atividades 7, Lago Norte)
Festa com os DJs Raí e Ronaldo Mode numa noite temática em homenagem à presença de Cyndi Lauper em Brasília
Sorteio de ingressos para o show da cantora no Centro de Convenções
Entrada franca até 21h
Entrada (após 21h): R$ 10,00 (até 0h) e R$ 15,00 (após)
Bar aberto a partir das 17h
Mais informações: (61) 9972-9826, 8151-9631 ou www.cult22.com
Classificação: 18 anos



Centro de Atividades 7, Bloco F1, loja 33 (Lago Norte)
www.cult22.com
rockbar@cult22.com

 

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