video: THE DUST ROAD no Grito Rock Brasilia 2011

THE DUST ROAD, de Manaus – Amazonas, no Grito Rock Brasília 2011. Cult 22 Rock Bar em 11 de Março de 2011. Uma realização do Esquina – Música e Cultura http://coletivoesquina.com em parceria com Cult 22 Rock Rar – http://cult22.com Rock Brasília – http://rockbrasilia.com.br Pizzaria Dom Bosco Toque no Brasil – http://tnb.art.br Circuito Fora do Eixo – http://foradoeixo.org.br Agradecimentos à Banda Scania, ao Programa RRRuido, ao Programa Cult 22, à Gustavo Bill e aos Coletivos do DF. Agradecimentos Especiais a toda equipe do Esquina e do Cult 22 que trabalharam no Festival de 10 a 13 de Março. Agradecimentos a todas as bandas que se dispuseram a participar desse evento. Equipe Esquina: Fernando Jatobá João Paulo Campos Nina Puglia Octávio Schwenck Amorelli Equipe de Comunicação e Cobertura: Octávio Schwenck Amorelli Akira Martins Pedro Branco Alexandre Bastos Luiza Gonçalves Rafael Zart Gabriel Castilho Isabelle Araujo Patrícia Cruz Thaís Mallon

Grito Rock Brasília 2011 – Um depoimento

Neste Grito Rock eu aprendi/confirmei muitas coisas.

A primeira delas é que quando você quer mesmo fazer uma coisa, você corre atrás e faz. E muitas vezes nem precisa fazer muito esforço. As situações vão se encaixando em favor daquilo; as pessoas vão te ajudando com aquilo que elas podem; e a coisa simplesmente acontece.

Um ponto que vale ressaltar é que tratar bem as pessoas não custa nada e sempre traz bons relacionamentos. Na verdade, não aprendi isso nesse Grito. Eu só reforcei mais uma vez algo que sempre acreditei e pratiquei. Não é porque você não tem verba ou porque uma coisa não é problema seu, ou simplesmente porque por algum motivo vocês está em uma posição de liderança que você vai sair soltando os cachorros nas pessoas ou vai deixá-las na mão. Quem mexe com produção logo aprende que, salvas raríssimas excessões, você tem sim que ou resolver ou achar alguém que resolva. Ponto. E nem sempre você vai receber um “obrigado” por isso. É foda, mas é verdade. E ainda tem aquela máxima que diz que um dia você pode precisar daquela pessoa que você não tratou bem. Portanto, pense muito bem no tratamento que você anda dando às pessoas.

Outra coisa que aprendi é que quantidade não necessariamente é qualidade e que é muito importante saber com quem contar e em quem confiar. Este Grito Rock foi todo concebido por apenas 4 pessoas. Uma equipe pequena, porém dedicada e esforçada, que substitui qualquer grupo enorme de pessoas que estão ali com má vontade, ou porque devem um favor, ou porque querem aparecer, ou simplesmente porque não tem nada pra fazer. E estas 4 pessoas conseguiram aglutinar outras que entraram no mesmo espírito de colaboração comprometida sem se esquecer que podemos nos divertir (e muito) trabalhando. E todos trabalharam com competência. Obrigada mesmo aos que fizeram parte deste Grito com a gente. Sem vocês não teria dado tão certo. Podem ter certeza.

Pra finalizar,  felizmente se enganaram aqueles que achavam que o Grito não ia dar certo ou que até mesmo torceram por isso. Porque o que ocorreu foi justamente o contrário! Fizemos um evento lindo, com um line-up de primeira qualidade, com uma organização exemplar e num lugar super legal. E essas não são palavras minhas. São reproduções daquilo que ouvimos e do que já foi registrado publicamente por quem participou e prestigiou. Se a gente colhe o que planta, acho que as nossas sementes foram as mais férteis que existem, pois tudo saiu às mil maravilhas e nós conquistamos ainda mais amigos e mais parcerias de sucesso.

E que venha ainda mais trabalho, porque, afinal, o rock nunca para!

Vontade de Potência, uma resenha sobre o Grito Rock Brasília 2011.

Vontade de Potência

Por Antônio de Luna Nogueira
Passagem de Som.
Cheguei na passagem de som. O convite para resenhar um dia de Grito Rock havia sido feito por Fernando Jatobá na quinta feira, logo após o show do Turrón. “Resenha a gente amanhã?” ele perguntou. E eu topei, marquei e furei. Foi assim que começou.

No dia seguinte, sábado, liguei e expliquei porque não havia ido. “Tranqüilo…” ele disse, “toma seu tempo.” “Beleza,” respondi, “mas hoje vou lá!” E furei de novo.

Agora, cá estou: sentado no Cult22 Rock Bar para assistir o último dia de Grito Rock Brasília 2011. É uma questão de honra! Não ia perder minha chance de dar vida à minha verve Lester Bangs (ídolo!)… E fora isso, eu tinha sido convidado, né? Convenhamos que um pouco de compromisso faz bem.

Retomando: cheguei ainda na passagem de som da primeira banda. Encontrei-me com o Octavio e a primeira coisa que ele me disse é que a noite anterior tinha sido das trevas. Lamentei não ter ido e, conhecendo o lineup daquela noite, não duvidei de suas palavras: afinal, o diabo ouve metal e seu filho é o Ozzy – ou assim dizem…

Enfim, enquanto esperava do lado de fora, sentado e rabiscando um par de idéias – esboços desta resenha – ouvi coisas interessantes na passagem de som da banda cujo nome, até então, desconhecia (mais tarde reconheci a banda: tinha escutado uma canção deles numa coletânea da “Sete Produções”). O batera estava levando uma pegada Bonhamesca. “Isso promete” pensei com cautela. Daí, acabei meu refrigerante cítrico e fui atrás de outra limonada um tanto mais alcoólica.

A partir de 21 horas.
A casa está bem mais cheia do que antes. Conversas à mesa, palavras saem enquanto entram cervejas. As pessoas vão chegando e reconheço rostos familiares que desfilam pelo local. O Tuzão está lá, o Marcelo, Igor Kawka, Rudá, os caras da 14 (dois Brunos, um Sud e um enorme Kapassa, sentado ao lado do palco), Aloízio Michael e Jamil Chequer… E nisso tudo, passa o Fernando Jatobá, de vez em quando, de um lado pro outro, fala “oi” discreto e vai nessa, continuar a produção. Converso um pouco com Marcelo, que me revela enfim o nome da primeira banda (sendo que a lista com o lineup esteve logo ao meu lado o tempo todo… Mas assim perderia a graça, não?)

Besouro do Rabo Branco
A sala estava um pouco vazia quando o Besouro subiu ao palco. Esse é o carma inevitável de primeira banda… Mas quem leva a pior mesmo é a platéia desatenta, que acaba por perder parte do espetáculo, do “Espetáculo de Pornografia” anunciado pelo vocalista.

Um rock bem trabalhado, com temperos progressivos, mudanças de andamento e pausas expressivas, tendo como base instrumental um eficiente e preciso power trio somados a um teatral cantor de saia e óculos escuros. Com uma fórmula assim, o resultado só podia ser, no mínimo, intrigante! Enquanto a sala ia enchendo de curiosos, uma guitarra com firmes raízes bluseiras deslizava no slide, enquanto letras escorregadias sobre a gênese trevosa da política insinuavam-se em meus ouvidos feito uma liturgia demoníaca:

Será que o político inventou o Diabo?

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Na capital do inferno

Na capital do inferno, dez pras dez. Disseram que hoje, a noite ficaria mais quente, com um certo ar seco e abafado de cerrado misturado com as golfadas de enxofre que sairia do portal para o inferno que se abriu no Cult 22 Rock Bar. Nos travesseiros dos que vieram ontem, o sangue ainda estava úmido, e talvez houvesse um toque de ressaca, um gosto amarelado na boca seca, de quem gritou e gritou, através de nuvens de cerveja e sonho. Os que retornaram foram corajosos, e isso prova que hoje só vai dar maluco. Porque só de olhar a programação já rola medo.

Para atender as autoridades, enviamos um sinal de emergência para os principais hospitais de Brasília, e avisamos: hoje, quem não cair duro vai precisar de cuidados intensos.

E na capital do inferno, o Sangue Seco invade o palco e o transforma em um show com cara de SESC Garagem, moendo o ar que ora respiramos, ora faz tremer nosso corpo inteiro. A performance deles é muito divertida, energética, com o Sr. Eduardo Inimigo do Rei sempre atacando o público com um confronto cara-a-cara, não importando se são oito ou 48 cabeças. Perguntas, histórias, piadas. São quatro amigos, que, juntos, cantam sobre a morte do prefeito, a breve morte (?) do vocalista, uma certa Villa Morena de Portugal…

Eu realmente queria encarar esses caras em uma mesa de bar.

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o segundo dia de grito. Dos Filhos de um Sonho a Born to Destroy

11 de março

por Pedro Branco – Branco sobre Branco

 

Onze de março de dois mil e onze. Vinte e duas horas. Meu avião tocou o solo exatamente dezenove e quarenta, e agora eu estou aqui, depois de uma temporada de Rio de Janeiro, oficialmente resenhando o Grito Rock Brasília.

Nada mal pra quem não escreve nada há vinte e dois dias. Nem um bilhete de porta de geladeira.

Aqueles que escrevem profissionalmente talvez não sintam o que eu sinto toda vez que escrevo: quanto mais há pra se falar, mais faltam palavras. Eu não escrevo profissionalmente. Eu escrevo por paixão, e não podia ser diferente pra mim. Por isso, agradeço a oportunidade de apaixonar-me por esta noite.

O show do Etno abriu as portas do segundo dia. As fontes comentam: o público dobrou de ontem pra hoje e isso é impressionante, de acordo com o horário. Realmente estava cheio. E não só cheio: o público respondeu com muita energia aos coros, cantando as músicas novas, que só vão estar no ar daqui a mais vinte dias.

Eu senti o Etno um pouquinho acanhado com o tamanho do palco. Parecia pouco pra pilha que eles trouxeram, a pilha de quem pula e preenche completamente dezenas de metros quadrados de palcos maiores, como o do Rolla Pedra 2010. Mas não que estivessem perdidos. Estavam em casa. Na sala. Num lounge, numa fogueira, entre amigos.

Quem chegou aqui esperando um festival de pequeno porte se surpreendeu (como eu) com a limpeza e definição do som que saía dos falantes. Os detalhes também impressionaram: não contentes com uma puta dinamica de instrumentos, pequenos detalhes enriqueceram a performance ao vivo, com coloridos específicos que só se encontram em discos e grandes shows.

Durante seus quarenta minutos de música, o Etno revelou influências (para o novo disco?), com uma versão de Jeremy, do Pearl Jam, e um pout-pourri cravado na saideira, que foi de Cássia Eller a Red Hot, com coro autoral e… Porra, foi foda!

Logo depois veio o Butlerfly. Fiquei triste com uma parada: o público não ficou pra conferir o que os caras tinham a oferecer. Eu digo da minha experiência pessoal, e talvez eu esteja sendo idiota agora, mas só existem três lugares onde eu estaria agora: no Rio, na frente do palco e montado na minha moto. E eu fiz os três hoje. Então me dêem motivos pra entender como essa galera chega pra ver uma banda e cai fora na segunda, ainda mais quando se trata de uma convidada, que desceu meio Brasil do Ceará até o planalto central de Brasília, este nosso velho oeste da música, apenas pra espalhar a radiação desse rock.

Mas apesar disso, foi um show muito foda. E não conhecia, mas os caras me deram uma grande razão pra procurar o som deles na internet: a pegada. O show deles foi bem simples, som puro e concentrado, um rock nervoso, como os Hives, e a postura daquela galera que, no palco, parece estar na garagem, o grande estúdio universal, onde o rock nasce, cresce, se reproduz e nunca morre.

Quem ficou pra ver teve a oportunidade de se reencontrar com o Sr. Dylan em uma curta, porém poderosa passagem de Blowin’ in the Wind.

Às 23h30, atingimos a lotação máxima da casa.

Esquece, vou tentar menos jornalístico.

Antes do que qualquer um de nós esperávamos, não cabia mais gente. A casa estava lotada, a calçada estava lotada, o ar estava lotado, e meus tímpanos ainda vão ter que agüentar mais dois dias.

Eu acho irado.

Acho irado que o show do Brown-Há tenha feito sair gente pelas janelas que nem existem aqui no Cult 22, porque mais uma vez, eles destruíram. E eles são assim mesmo, pra melhor ou pra pior, eles não aprenderam a decepcionar. Um show bonito de se ver, com cinco caras pirando no que estão fazendo, um som redondinho e cerveja pra molhar o verbo.

Qual verbo, alguém pergunta?

GRITAR!

Gritar pra abrir os pulmões, pra chamar, pra assustar, pra ferver o sangue, pra gente não esquecer que quem está vivo está em algum lugar, perto ou longe, e quem grita se faz escutar, se faz lembrar, faz viver tudo aquilo que vive na palavra, no ar que vibra, nos olhos que se fecham e cantam junto. Eu, você e todos nós, juntos, construindo a gritos o nosso palácio.

Ou nossas estradas.

Os caras do The Dust Road seguiram o caminho feito de terra, asfalto e suor que separa o Amazonas da capital federal pra derrubar sobre nossas cabeças seu blues-rock setentista, um som tão arrebatador quanto misterioso, um som feito de fumaça, drinks e sangue nos olhos. E eles não perdem no palco, como bons blueszeiros, com toda aquela postura forte, de quem não tá nem aí, porque a música basta, e basta aquela confiança nos instrumentos e voz e pausas, com sarcasmo, humor e brutalidade. Uma bigorna na cabeça.

Eu só fico pensando nas pessoas que eu queria que estivessem aqui e não estão. São todos loucos, tão loucos quanto apaixonados. E é assim que o blues entra na gente: pelo ar, pelo sangue, pelo contato da pele com a pele, mesmo apesar deste palco fantástico que nos separa e nos une.

Só mais um detalhe: TECLAS! Me dê teclas, mais teclas, e este blues fode comigo. Mas quanto mais teclas, mais tudo, e o som não pode ficar mais alto do que já tá, senão eu juro que já era minha raça, minha reputação (?) e minhas roupas.

Meio tarde pra jurar.

Se nada do que eu falei se foi, eu garanto que se foi a minha voz com o Darshan. Tenho certeza que eu saí meio biruta. E não é por menos. Quando os caras sobem no palco, é como se um raio atingisse a sua cabeça em cheio e ao contrário. O som viaja na velocidade da luz e a claridade só chega depois do desmaio. E desta vez não teve descanso, foi um set só com as mais pesadas. O público pedia as mais novas, pedia Substâncias, pedia pra continuar, mas, como as nossas diversões de criança, cada minuto conduz diretamente para um fim, que ninguém esperava chegar de verdade.

Alisson, este não é o fim.

Seu “último“ show com esta banda foda é só um novo começo. Afinal de contas, eu acho que posso te entender. Só de ouvir, meu corpo deu sinais desesperados de ainda estar vivo: meu coração quis se abrir ao máximo, engolir todo o sangue das minhas veias, o ar faltou ou sobrou na cabeça, eu não sei; tudo o que sei é que, se te falta ar, se teu coração não tá conseguindo lidar com a velocidade do sangue que tem que circular, saiba que somos dois, e isso provavelmente pode se transformar em uma epidemia.

Só que você vai fazer mais falta que eu. Por isso, quando você atravessar esta rua, não se despeça, porque a calçada do outro lado te leva pro mesmo caminho.

E como diria Renton em Trainspotting, existe a última e existem as últimas. Terminar esta noite com Gandharva foi foda. Os caras mandam um som simples, mas muito trabalhado. E forte. Depois de caminhar por vários ramos do rock, um finale com o trio pernambucano resume o espírito do rock como em um hino:

Vocês vão dormir com a cabeça doendo!

 

Primeiro dia de Grito Rock Brasília 2011

Grito rock brasília 2011

Pra quem não sabe…  SIM, JÁ COMEÇOU!

COMEÇOU ONTÉM, 10-03-2011, ÀS 20H NO CULT 22 ROCK BAR…

E começou passando das expectativas do primeiro dia, nas expectativas de uma quinta feira, de algumas bandas tão desconhecidas para o público brasiliense.

THE NEVES - grito rock brasília 2011 - @rafazart

THE NEVES - grito rock brasília 2011 - @rafazart

Foi uma noite indie, pop, de garagem. Mesmo as canções mais agitadas da noite ainda davam aquela sensação de que pode ser muito gostoso ouvir aquele som abraçado no seu broto no meio do salão.

Com o singelo atraso de 10 minutos a primeira noite do festival começou com o The Neves, uma banda que mora em Brasília… mas também mora em Goiânia, com pouco mais de um ano de existência… foi o primeiro show dos caras em Brasília… e muito bem recebido. Rock levado no violão com uma clareza sessentista… com direito uma versão inusitada de Muse.

Diretamente de Belém do Pará o publico do Cult 22 rock Bar os Sinais Invertidos de um Mágico puderam provar para alguns céticos que em terra de calypso e brega quem faz rock, faz magia… da boa. Está selado que o show dos caras foi bom.

Folk, rock, blues, poético, teatral, satisfatório… Essas foram às palavras que eu ouvi sobre o show do Turrón Presidencial. A banda com violão, guitarra, baixo e bateria tinha momentos que pareciam uma orquestra inteira. Antonio de Luna, vocal e violão, deu ao público a satisfação de vê-lo também na guitarra acompanhando Marcos Rangel, com dedos rápidos, esticados, melódicos. Belo show, turrón, belo show.

TURRÓN PRESIDENCIAL - grito rock brasília 2011 - @rafazart

TURRÓN PRESIDENCIAL - grito rock brasília 2011 - @rafazart

Aí foi a vez de o Coletivo Esquina receber pela segunda vez uma das bandas mais legais do cenário mineiro. Dom Capaz num show empolgado, porém com a quietude mineira, estrearam algumas canções novas e puderam ver pessoas na platéia cantando junto.

Do Coletivo Voltz para o Cult 22 Rock Bar. Do Gama para o Lago Norte vieram os Desdobradores do Tempo no Horizonte Vertical. Rock suíngado, ensolarado e apaixonado. Em alguns momentos  guris pareciam tímidos com a platéia mas de forma alguma com seus instrumentos. Brincaram com Tiro Williams, Portishead e embalaram em 30 minutos a atenção de todos presentes na casa.

Vinis. Estão de volta os vinis. Estão na moda os vinis. E esses Novos vinis transformaram o Cult 22 rock Bar numa grande garagem. Alguns comentários hilários tanto da banda quanto do público: “esses Novos Vinis aí parecem uma mistura de Restart com Black Drawing Chalks”. Bem… Há de se convir que musicalmente eles não tem nada da bandinha adolescente. O importante é que os caras encaram o rock com bom humor e as comparações também! Show enérgico, dançante e roqueiro!

Esse foi só o primeiro dia… hoje ainda temos Etno, Brown-HÁ, Butlerfly, Gandharva, Darshan e The Dust Road.

Agradeçemos aos nossos apoioadores site Rock Brasília, Cult 22 Rock Bar, Pizzaria Dom Bosco.

e tem Brown-HÁ no Grito Rock Brasília 2011

conhecem a Brown-Há?

BROWN-HÁ TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA, SEXTA, 11-03... fotos por Natália Balbé

BROWN-HÁ TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA, SEXTA, 11-03... fotos por Natália Balbé

http://www.myspace.com/brownha
Banda de Rock’n roll energético e empolgante que vem chamando atenção e pedindo passagem, apresenta um trabalho autoral com letras bem sacadas, arranjos característicos e eficientes, capazes de agradar os mais diversos tipos de ouvidos. Um EP de 6 faixas na bagagem, coleciona apresentações em grandes festivais e não se limita às fronteiras brasilienses. Já passou por cidades pelo país inteiro, sempre se destacando pela energia e competência, trazendo de volta à capital federal diversos elogios. Influenciados pelo rock britânico atual e o rock 70’s que marcou época, a banda tem mostrado porque é uma das grandes promessas da cena brasiliense atual.

Formada por Fernando Jatobá (Guitarra/Vocal), João Paulo (Vocal), João Henrique (Guitarra), Murilo Fabrino (Baixo) e Pedro Paulo Gonçalves – Pepy – (Bateria) e caracterizada por uma sonoridade singular, a banda preza pela qualidade musical. Destaque para participações relevantes em grandes festivais como: – Festival Fora do Eixo (RJ) – Prévias Festival Calango (MT) – Festival Grito Rock (PA e AP) – Festival Bananada (GO) -Festival Quebramar (AP) – Festival Fogo no Cerrado (MS) – Festival Megafônica (PA) – Festival Big Bands (BA)

Butlerfly

Butlerfly surgiu no final de 2001, com um passado trabalhado com
outros nomes;
Black Angel, Tetzel e Butterfly . . .
Esses Nomes deram o suporte e criação no novo desenvolvimento
de seus componentes e na circovisinhança do Rock

BUTLERFLY TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

BUTLERFLY TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Conquistou o merito de 2º lugar no Top + da Tv União, participou
de varios festivais undergrounds, seguindo na vanguarda e no apice
artistico de Fortaleza, tocando em boates, clubes e Festivais de
grande porte; contando somente com o apoio do projeto Ceará Vinil
e seus membros que permanecem com o imortal idealismo de não
somente fazer Rock n’ Roll
– Que diga “Rock.Doc”!

BUTLERFLY TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

BUTLERFLY TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Seguindo a linha eclética que marca a sua trajetória, a banda
trabalha propagando os seus inusitados “Singles”e procurando assim,
atingir vários gostos musicais . . .
É com estes varios fios de uma corda só, que formamos BUTLERFLY.
Uma essência onde não existe dependência quimica ou fisica, pois
nosso avô, esse velho de 60 anos nos ensinou a chegar onde ele
sempre quis: Paz, Amor e Liberdade.

Local de origem da banda: Ceará – Maracanaú
Integrantes da banda:

David Flander / Baixo e vocal
Ranny / Guitarra e vocal
Gideão / Bateria
Tiago / Guitarra

Link: http://www.punkrockers.com/thebutlerfly

MORETOOLS no  GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

MORETOOLS no GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Com o reencontro no ano de 2003 de Hudson Arsênio (Guitarra / Vocais) e Riti Santiago (Bateria) ambos ex- “Satan’s Pray”, tem-se a concepção inicial a respeito do que futuramente viria a se tornar a banda ”Moretools”. João (Guitarra) e Boca (Baixo) ambos ex- “Sons of Slaves” se juntam ao time e dão inicio as composições da banda, restava agora encontrar uma voz. Eles encontram não somente um, mas sim dois vocalistas, Rhavi ex-”Morbid Whisper” e Mário ex-”Flesh temptation” passam a dividir os vocais fechando assim a primeira formação da banda, que ainda sem nome se concentra na composição de suas primeiras musicas.

MORETOOLS TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

MORETOOLS TOCA NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Pouco tempo depois Boca e Mário deixam a banda por motivos pessoais. O que não desanima nem um pouco os demais companheiros que continuam focados em suas composições, e agora eles também tem um nome… “Morttus”. A banda recebe então seu primeiro convite pra um show, no lançamento do CD da banda “Violator”. É realizado então o primeiro show da banda “Morttus” mesmo sem baixista. Em meados de 2004 ocorre uma nova mudança, João deixa a banda sendo substituído por Alu e o posto de baixista é finalmente ocupado por J.H. Alcantara. A banda passa a adotar o nome “Moretools” e conta com Rhavi (Vocais), Riti Santiago (Bateria), J.H. Alcantara (baixo), Hudson Arsênio (Guitarra / Vocais) e Alu Pedrotti (Guitarra), seguindo com essa mesma formação até os dias atuais. A Moretools vem ao longo desses anos se apresentando nos mais diversos shows, como Rollapedra, Porão do Rock, Duelo de Bandas, entre outros, exalando sua fúria, seja em pequenos concertos ou grandes festivais. Há 2 anos a banda lançou seu primeiro single, contendo 3 músicas e mais um vídeo, e agora a moretools está lançando seu primeiro CD, que vem tendo uma excelente aceitação pelo público e mídia especializada.


Quando os sentimentos Humanos mais Medíocres e Podres se manifestam em lugar da Razão, Os mais repulsivos sentimentos…como Ódio, Inveja, Vingança e Cinismo têm que ser expelidos de alguma maneira. Nós escolhemos a nossa.

Local de origem da banda: Distrito Federal – Brasília
Integrantes da banda:

João Henrique Alcântara – Baixo
Alu Pedrotti – Guitarras
Rhavi – Vocais
Riti Santiago – Bateria
Hudson Arsênio – Guitarras e Vocais

Link: http://www.myspace.com/moretools

Besouro do rabo Branco

A banda Besouro do Rabo Branco (Brasília-DF) estreou em 30 de Agosto de 2003 com uma proposta de música esquisita, agradável e agressiva. O repertório, composto a partir da indispensável participação de cada um dos seus quatro integrantes, Matheus Ribeiro (guitarra), Rogério Fonte Boa (bateria), Moisés Pacífico (baixo) e Gabriel Costa (voz), dialoga sempre com outras áreas do conhecimento humano – Filosofia, Literatura, Matemática, Magia, Física e Religião – numa mistura dinâmica que produz um efeito de sentido que conduz à estranheza, ao conforto, ao medo e à reflexão, instigando o público através de sua estética artística.

BESOU RO DO RABO BRANCO NO GRITO ROCK BRASILIA 2011

BESOU RO DO RABO BRANCO NO GRITO ROCK BRASILIA 2011

Fez a abertura do show do cantor e compositor Zé Ramalho em 2006 e da banda Cidade Negra em 2007 ambos na Esplanada dos Ministérios em Brasília-DF, em comemoração ao dia do Trabalhador; festival Transamérica FM, onde também se apresentou o cantor e compositor Alceu Valença; festival Tele Mig e Jambolada em Minas Gerais; festival Rolla Pedra Música do Brasil em Brasília-DF; festival Saideira BMF (Brasília Music Festival); Semana da Cultura e do Meio Ambiente em Aragarças – MT e são os idealizadores do festival Jardim das Excentricidades em Brasília-DF e realizaram as edições de 2004, 2005 e 2006. E em 2006 a banda faz shows importantes, sendo convidada a abrir o show do cantor e compositor Ventania, e do lançamento do terceiro CD do grupo Cordel do Fogo Encantado em Brasília-DF. Em 2008 a banda é convidada a se apresentar na 74º Expo Zebu, a maior exposição agropecuária do país em Uberaba – MG, dividindo o palco com bandas da cena independente de todo o país.Em 2009 a banda é convidada a se apresentar no festival Rolla Pedra Música do Brasil. O disco de estréia do Besouro do Rabo Branco será lançado no segundo semestre de 2009. Em 2010 a banda realiza uma série de shows em Brasília e outras cidades do Brasil, para divulgar o primeiro trabalho.

BESOURO DO RABO BRANCO NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

BESOURO DO RABO BRANCO NO GRITO ROCK BRASÍLIA 2011

Local de origem da banda: Distrito Federal – Taguatinga
Integrantes da banda:

Gabriel Costta – Voz
Rogério Fonte Boa – Bateria
Matheus Ribeiro – Guitarra
Luiz Paulo – Baixo

Link: http://www.myspace.com/besourodorabobranco

 

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