TURRÓN PRESIDENCIAL

Turrón Presidencial
A princípio, não parece fazer muito sentido. Um nome estranho, absurdo: “O que é isso? O que ele quer, esse Turrón? Aliás… Turrón?!” 

Turrón Presidencial no Grito Rock Brasília 2011

Turrón Presidencial no Grito Rock Brasília 2011

E do chiado de um antigo álbum de blues, ouve-se a resposta: Música. É isso que o Turrón quer. Não podia ser mais claro.

Turrón Presidencial no Grito Rock Brasília 2011

Turrón Presidencial no Grito Rock Brasília 2011

“Mas que música?”
Só Música.

O Turrón Presidencial já teve algumas formações. Criado em 2007 por Antonio de Luna,Marcos Rangel e Pedro Oswald, a banda se apresentou oficialmente pela primeira vez comoum trio, no FINCA 2007, chegando à final do festival.
O formato funcionou por algum tempo e por alguns shows. Porém, os músicos sentiama necessidade de complementar sua produção musical. Assim, entraram dois novosinstrumentistas: o baixista Dido Mariano e o baterista João Paulo Gravina. Por outro lado, ocantor Pedro Oswald saiu do grupo. Tornaram-se um quarteto no final de 2008.
Este formato bem aventurado, no entanto, não durou muito por conta de necessidadespessoais do baterista e do baixista. Dessa forma, após alguns shows, o Turrón estava reduzidoa um duo de violões. Isto, contudo, não impediu que a banda prosseguisse procurandooportunidades para continuar divulgando seu material. De tal modo que o segundo semestrede 2009 foi generoso com a banda: apresentaram-se no Jogo de Cena, gravaram um clipe paraa canção “Azul Baião” e participaram novamente do FINCA (Ed. 2009), desta vez vencendo oprimeiro lugar do Juri Oficial.Motivados pela vitoria e encorajados financeiramente pela premiação, o duo reformou oquarteto em 2010 com Dido Mariano, no baixo, e Victor Gualda, na bateria, e gravaramseu primeiro EP (“Um Breve Conceito”) no estúdio REFINARIA.
Pense numa colcha de retalhos, uma lúdica alquimia de sons, letras e idéias. Essa é a proposta do quarteto, formado por Antonio Luna, no Violão e vocal; Marcos Rangel, na guitarra; Victor Gualda, na bateria; e Danilo Medrado, no contrabaixo. Na receita sonora, as influências correm livres: um dente de rock, um punhado de blues e uma dose de MPB; adicione o baião fatiado, uma colher de erudito e uma pitada de pop clássico; frite no funk; misture tudo com harmonias vocais, tempere com poesia e… Voilá! Eis um Sonoro Torrone. Mas é qualquer torrone? Não! É Turrón Presidencial, fresquinho, pronto para ser mastigado pelos ouvidos e saboreado pelos sentidos!

Agora, acomode-se,
Está na mesa e o Turrón já está saindo. 

SAIBA mais em:

http://turronpresidencial.wordpress.com/
http://www.myspace.com/turronpresidencial
twitter.com/el_turron

Suas influências são diversas – entre elas, o rock, a música clássica, o folk, a bossa nova, oblues, além de ritmos e estilos regionais, como o baião – visíveis em um repertório autoral,diversificado e abrangente.
Sem rótulos, o Turrón Presidencial se considera simplesmente como uma banda de música.Música e ponto.

Local de origem da banda: Distrito Federal – Brasília

Integrantes da banda:

Antônio de Luna – violão e voz
Marcos Rangel – guitarra e backing vocal
Victor Gualda – bateria e backing vocal
Danilo Medrado – contrabaixo

Link: http://www.myspace.com/turronpresidencial

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Festival Rolla Pedra, em Brasília (Scream & Yell)

texto publicado no Scream & Yell

por Tiago Agostini

Nos anos 80 e 90, Brasília se acostumou a ser berço das maiores bandas de rock do Brasil. Primeiro foi a Turma da Colina, de onde, entre Capital Inicial e Plebe Rude, surgiu a indiscutível maior banda de todos os tempos: Legião Urbana. Já nos 90 a cidade teve bons momentos com o Natiruts e, vá lá, o Maskavo, mas quem deu as cartas mesmo foram os Raimundos, dando voz a toda malícia adolescente em forma de punk/hardcore do bom. Para comemorar os 50 anos da cidade, festejando e relembrando esta história, o festival Rolla Pedra, entre os dias 10 e 12 de dezembro, apresentou uma programação majoritariamente de bandas de Brasília, com 50 shows em três dias, de graça e na Esplanada dos Ministérios.

O primeiro dia ficou restrito ao metal e hardcore. Muito barulho, poucas ideias. O grande destaque foi o Galinha Preta, uma das bandas mais divertidas do País. Com um som rápido e urgente, letras simples e engraçadas e a performance genial do vocalista Frango, tivesse um pouco mais de ambição e a banda seria grande. Após o Galinha, a programação anunciava uma ópera metal. Logo, o show intimista do paulistano Thiago Pethit em um bar próximo parecia mais atraente.

Talvez tenham sido as seis horas de distorção e barulho anteriores, mas acompanhado apenas de teclado e um eventual acordeom, o som meio cabaré do paulistano soou bem, principalmente nas letras em português de versos curtos como “Não Se Vá” e “Fuga Nº1″. Pethit, no entanto, há de cuidar da produção de seus discos. Sentado sozinho ao piano, cantando uma versão de “Bad Romance”, de Lady Gaga, a comparação com a diva pop foi inevitável: os dois possuem boas canções que se perdem entre os efeitos de estúdio.

O segundo dia foi o mais esquizofrênico da programação. Bandas como Watson e Suíte Super Luxo mereciam mais sorte: fizeram bons shows para um público diminuto e disperso, que só foi se aglomerar em frente ao palco quando as guitarras distorcidas do Trampa e do Etno soaram. Não que as duas, com seu pastiche de Rage Against The Machine, merececem a ovação. Antes da atração principal, o Móveis Coloniais de Acaju, o Camarones Orquestra Guitarrística mostrou seu surf-rock competente e contagiante e a cantora local Ellen Oléria impressionou com uma potência e afinação difíceis de achar por aí.

E aí o Móveis entrou no palco para lançar seu primeiro DVD, gravado ao vivo no Auditório Ibirapuera. Se a Legião foi a cara da Brasília dos anos 80 e o Raimundos dos 90, o Móveis personificou a primeira década dos anos 2000 na cidade. Com seu show sempre enérgico e envolvente, a banda comandou uma plateia que não deixou o clima esfriar nenhum minuto. É difícil não esbarrar nos clichês para falar de um show do Móveis: o carisma e a entrega da banda no palco não tem pares no rock brasileiro, a constante movimentação dos músicos contagia, a participação do público em todo o show impressiona. Adjetivos como apoteótico não são deslocados ou superlativos. O Móveis tem o melhor show do Brasil, e isso não é novidade há anos.

Para encerrar o festival, a programação de domingo foi a mais equilibrada, reunindo bandas mais pop e revivendo heróis do rock local. Os destaques ficaram por conta de Pedrinho Grana e Os Trocados, com uma sonoridade que resvala no rock gaúcho, e Os Gramofocas, com um punk honesto. Pequenas decepções para o Sapatos Bicolores: eles até tem um bom show, mas a performance vocal do guitarrista André atrapalha; e com o Lucy And The Popsonics, que não consegue transpor para o palco seu rock eletrônico.

O relógio marcava quase 21h30 quando o Little Quail And The Mad Birds subiu ao palco escudado por umas 20 pessoas no coro de abertura com “1, 2, 3, 4″. Em pouco mais de uma hora, Gabriel Thomaz, Zé Ovo e Bacalhau relembraram os divertidos anos 90 e deixaram a dúvida de por que, mesmo com disco lançado pelo Banguela, a banda não vingou no cenário nacional. O público, extasiado com hits-punk-indies como “Família Que Briga Unida Permanece Unida”, “Aquela” e “Galera do Fundão”, não deu bola se aquilo era pura nostalgia e pediu um bis acalorado.

Teria sido melhor acabar o festival por ali. Como última apresentação, um desfigurado Plebe Rude fez um show modorrento e arrastado. Nem mesmo o bis, com “Até Quando Esperar”, elevou a qualidade da performance – embora o público não tenha arredado pé do local. O Rolla Pedra terminava com uma até bonita homenagem à história, mas o festival mostrou que Brasília não precisa reverenciar apenas os heróis do passado, já que a cena atual é prolífica.

Propondo-se a traçar um panorama do atual cenário de Brasília, com localização central e privilegiada, ao lado da rodoviária e do Teatro Nacional, em uma cidade onde um carro é quase item obrigatório de sobrevivência, o festival pecou principalmente pelo grande número de bandas. Tudo bem que cada uma das 50 bandas representava um ano da cidade, mas aguentar 18 shows em um só dia, como no sábado, é tarefa hercúlea. E perde-se o foco. Fato curioso: nos bastidores circulava a história de que Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá chegaram a ser cogitados como atração de encerramento do festival. O Rolla Pedra teria ficado pequeno para tanto choro.

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– Tiago Agostini é jornalista e assina o blog A Balada do Louco. Fotos de Naiane Martins (flickr)

e a próxima NOITE FORA DO EIXO TÁ CHEGANDO!

https://coletivoesquina.wordpress.com

http://twitpic.com/35qrk9/full
7 pilas

vem aí vem… noite fora do eixo do Coletivo Esquina
com as bandas:
LAFUSA – www.lafusa.net
&
TURRÓN PRESIDENCIAL – www.myspace.com/turronpresidencial
e ESQUINA DJ SET na discotecagem
as 21h
por apenas R$7

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vinheta: Octávio Schuenck Amorelli
música – 14 “don’t You know”

http://www.velvetpup.com.br

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