AGENDA: Bar da Toinha

Neste domingo tem destruição total no Bar da Toinha (Samambaia)!

É que os amigos do Valdez, Darshan e Evening (GO) tocam JUNTOS em uma tarde de muito ódio e rancor.

Só R$5.

 

 

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Fotos: Prévia Grito Rock no Cult 22 – 02/03/2012

Porque quanto mais esquentar, melhor!

No dia 02 de março vai rolar mais um esquenta do Grito Rock Brasília 2012. Só que desta vez, a festa vai ser no Cult22 Rock Bar.

A quebradeira vai ficar por conta das bandas Quebraqueixo, Valdez e Sangue Seco (GO)

Chegando cedo, você paga só R$5!

#BsBCapitalDoRock

 

Tem cheiro de Grito Rock no ar…

Dia 01/02 vai rolar uma prévia do Grito Rock Brasília 2012 no Velvet Pub.

Um dia de muito rock ao som de The Neves, Brown-Há e Lady Lanne (GO).

E adivinha quem vai comandar as pickups?? Os malucos do Valdez!

Só R$5 se você chegar cedo!

 

Festival 20 anos do Cult22

Pra quem não sabe, no último mês o programa Cult22, transmitido pela Rádio Cultura todas as sextas as 22h, completou 20 anos ininterrúptos no ar. Isso mesmo! 20 anos sendo transmitido pela mesma rádio e nos mesmos dia e horário.

Mas a importância deste programa vai pra muito além do tempo que está no ar. O Cult22 é importante porque não deixa o rock morrer na programação radiofônica brasiliense. O rock está presente em 100% da programação e ajudou a lançar várias bandas importantes das cidades do DF, tais como Raimundos, Lucy & The Popsonics, Trampa, dentre outras.

O Cult22 é, sem dúvida, um patrimônio cultural da cidade, reconhecido inclusive pelo governo, que concedeu, coincidentemente no mesmo DIA que o programa completava 20 anos de existência, o título de cidadão honorário a um de seus criadores e até hoje locutor do programa, Marcos Pinheiro, que, no início deste ano, resolveu extender suas ações em prol do rock inaugurando o Cult22 Rock Bar.

Com tantas coisas pra comemorar, nada melhor que um festival, não é mesmo? E um festival tão grande e significativo como a história do Cult22: serão nada menos que 40 bandas tocando em 13 dias de festival, durante todo o mês de dezembro. É isso mesmo: durante todo o mês de dezembro, a programação do Cult22 Rock Bar estará voltada para o festival 20 anos do Cult22.

No line-up, bandas novas que estão roubando a cena do rock na cidade e bandas consagradas em décadas anteriores, que serão “ressucitadas” especialmente para o festival. Realmente serão encontros imperdíveis!!

Confira aí a programação e já marque na agenda!!!

AGENDA: Festa de 2 anos do Barfly

Hoje também rola outra festança pra quem curte o melhor do rock.

O Barfly, mais conhecido por “Bar do Paulinho” (que fica na praça da CNF em Taguatinga Norte), famoso por aglutinar todas as figuras mais insanas do rock taguatinguense está completando 2 anos de funcionamento. E, para comemorar, nada melhor do que um bom rock e muita cerveja.

O barulho ficará por conta das bandas: Os Dinamites, Valdez, O Verde, Papoola e Podrera.

Haverá também som mecânico, comandando pelos DJs Pavel e Orpheus.

 

A babilônia acontece em uma bela chácara no Park Way e os ingressos custam R$20.

Let’s rooooooooock motherfuckers!!!!

 

 

AGENDA: Enterro dos indies

Preparem suas roupas pretas e seus espíritos porque neste final de semana vai acontecer o funeral mais divertido (isso mesmo: D-I-V-E-R-T-I-D-O) do ano: o Enterro dos indies!

Mas antes de chamar a polícia ou xingar muito no twitter, entenda tudo isso com o bom humor que a ocasião exige, ok?

Sente só o peso e a sujeira: o Enterro dos Indies nada mais é do que um show com os insanos do Valdez, Mechanics (GO), River Phoenix e, como atrações mais que especiais, Zefirina Bomba (PB) e Galinha Preta.

Já deu pra entender por que os indies vão tremer nas bases, né?

Amanhã, sexta-feira 19, o cortejo inicia no Metropolis, em Goiânia. Tocam as bandas Valdez, Mechanics (GO) e Zefirina Bomba (PB).

No sábado, já em território brasiliense, as mesmas três bandas se apresentam no Cult22 Rock Bar.

Já no domingo, pra fechar com chave de ouro e pra não deixar nenhum rastro de indie, entram no lineup as bandas River Phoenix e Galinha Preta para quebrar tudo no Bar da Toinha em Samambaia.

Levem suas pás e coroas de flores!

 

Valdez. sarau psicodélico. por thaís mallon

agenda: Sarau Psicodélico

Sarau Psicodélico

Sarau Psicodélico

Vontade de Potência, uma resenha sobre o Grito Rock Brasília 2011.

Vontade de Potência

Por Antônio de Luna Nogueira
Passagem de Som.
Cheguei na passagem de som. O convite para resenhar um dia de Grito Rock havia sido feito por Fernando Jatobá na quinta feira, logo após o show do Turrón. “Resenha a gente amanhã?” ele perguntou. E eu topei, marquei e furei. Foi assim que começou.

No dia seguinte, sábado, liguei e expliquei porque não havia ido. “Tranqüilo…” ele disse, “toma seu tempo.” “Beleza,” respondi, “mas hoje vou lá!” E furei de novo.

Agora, cá estou: sentado no Cult22 Rock Bar para assistir o último dia de Grito Rock Brasília 2011. É uma questão de honra! Não ia perder minha chance de dar vida à minha verve Lester Bangs (ídolo!)… E fora isso, eu tinha sido convidado, né? Convenhamos que um pouco de compromisso faz bem.

Retomando: cheguei ainda na passagem de som da primeira banda. Encontrei-me com o Octavio e a primeira coisa que ele me disse é que a noite anterior tinha sido das trevas. Lamentei não ter ido e, conhecendo o lineup daquela noite, não duvidei de suas palavras: afinal, o diabo ouve metal e seu filho é o Ozzy – ou assim dizem…

Enfim, enquanto esperava do lado de fora, sentado e rabiscando um par de idéias – esboços desta resenha – ouvi coisas interessantes na passagem de som da banda cujo nome, até então, desconhecia (mais tarde reconheci a banda: tinha escutado uma canção deles numa coletânea da “Sete Produções”). O batera estava levando uma pegada Bonhamesca. “Isso promete” pensei com cautela. Daí, acabei meu refrigerante cítrico e fui atrás de outra limonada um tanto mais alcoólica.

A partir de 21 horas.
A casa está bem mais cheia do que antes. Conversas à mesa, palavras saem enquanto entram cervejas. As pessoas vão chegando e reconheço rostos familiares que desfilam pelo local. O Tuzão está lá, o Marcelo, Igor Kawka, Rudá, os caras da 14 (dois Brunos, um Sud e um enorme Kapassa, sentado ao lado do palco), Aloízio Michael e Jamil Chequer… E nisso tudo, passa o Fernando Jatobá, de vez em quando, de um lado pro outro, fala “oi” discreto e vai nessa, continuar a produção. Converso um pouco com Marcelo, que me revela enfim o nome da primeira banda (sendo que a lista com o lineup esteve logo ao meu lado o tempo todo… Mas assim perderia a graça, não?)

Besouro do Rabo Branco
A sala estava um pouco vazia quando o Besouro subiu ao palco. Esse é o carma inevitável de primeira banda… Mas quem leva a pior mesmo é a platéia desatenta, que acaba por perder parte do espetáculo, do “Espetáculo de Pornografia” anunciado pelo vocalista.

Um rock bem trabalhado, com temperos progressivos, mudanças de andamento e pausas expressivas, tendo como base instrumental um eficiente e preciso power trio somados a um teatral cantor de saia e óculos escuros. Com uma fórmula assim, o resultado só podia ser, no mínimo, intrigante! Enquanto a sala ia enchendo de curiosos, uma guitarra com firmes raízes bluseiras deslizava no slide, enquanto letras escorregadias sobre a gênese trevosa da política insinuavam-se em meus ouvidos feito uma liturgia demoníaca:

Será que o político inventou o Diabo?

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